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Notícia
Governo do Estado entrega alimentos, máscaras e álcool às 386 famílias cadastradas no Aluguel Social
Ação da Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) contemplou beneficiários de N. Sra. do Socorro, São Cristóvão, Barra dos Coqueiros, Zona Norte de Aracaju, Santa Maria e 17 de Março
Terça-Feira, 15 de Setembro de 2020

Nesta segunda e terça-feira, 14 e 15 de setembro, a Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) iniciou a entrega de kits de alimentos, máscaras de proteção respiratória e álcool a 70% às 386 famílias cadastradas no programa Aluguel Social do Governo de Sergipe. As técnicas da diretoria de Assistência Social da Seias dividiram-se em diversas equipes e realizaram as entregas nos domicílios das famílias beneficiárias, residentes na Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, nos bairros da Zona Norte de Aracaju, bairro Santa Maria e 17 de Março. Somando as campanhas “Solidarize-SE” e “Proteger é Cuidar”, articuladas pela Vice-Governadoria do Estado, a Seias conta com a colaboração de parceiros como Grupo Maratá, Fasouto, Megga Atacadista, Nota 10, Sindicato dos Atacadistas de Sergipe (Sincadise), Codise e Instituto Banese. 

De acordo com a secretária de Estado da Inclusão Social, Lêda Lúcia Couto, a destinação das doações recebidas pela campanha Solidarize-SE foi priorizada para as populações quilombolas e, agora, também para este público, com vistas a contribuir para a sua segurança alimentar. “É importante lembrar que o público do Aluguel Social, por já receber um benefício mensal do governo estadual para moradia, não pode, segundo a Lei de criação do Cartão Mais Inclusão, receber o auxílio mensal de R$ 100 criado durante a pandemia para a aquisição de gêneros alimentícios. Mas não deixam, por isso, de serem pessoas em situação de vulnerabilidade social, agravada pela pandemia. Então nos apressamos em destinar a elas parte das doações que recebemos das empresas parceiras”, disse Leda.

De acordo com a técnica de referência da proteção social básica da Seias, Karen Lícia Santana de Oliveira, todas as 386 famílias cadastradas no Aluguel Social receberão os kits ao longo desta semana. “São famílias que, mais do que nunca, estão necessitando de Proteção Social. E é nosso papel, enquanto Secretaria, buscar acompanhar e executar projetos em parceria com outras instituições e entidades, que se somam a essa causa tão importante, que é a da assistência e inclusão social. Agradecemos imensamente a todas elas pela sensibilidade da colaboração, em nome de cada uma dessas famílias”, pontuou Karen. 

Maria Nayara Gomes dos Santos mora no Conjunto Marcos Freire 3, em Socorro. Ela conta que a família tem enfrentado muitas dificuldades nos últimos meses. “Receber esses alimentos nos ajuda bastante, porque nessa pandemia, meu marido reduziu muito a renda, emprego está difícil e nem todo dia ele podia trazer o alimento pra nossa casa”, destacou. Lucicleide Dahu Batista também ressaltou as consequências do período prolongado de isolamento social. “Estamos com muita dificuldade. Eu já me encontrava sem alimento, minha renda foi reduzida no trabalho. Quando vi no grupo que íamos receber os kits, agradeci demais. Veio numa hora de muita precisão”, disse. 

Com o auxílio do Aluguel Social, Rafaela Rodrigues de Santana (31) deixou a ocupação em que vivia, no 17 de Março, e foi morar no Santa Maria com o esposo, duas filhas, quatro irmãos e a mãe. Ela conta que só tinha R$ 20 para comprar alimentos, quando recebeu os kits. "Agradeço muito por estarem lembrando de nós. Chegou numa boa hora. E é a primeira vez que eu estou ganhando álcool em gel, porque é muito caro e não dá para todo mundo. A gente só está morando em uma casa porque tem o benefício do aluguel social. A gente não tem trabalho. Se não tivesse o auxílio, a gente ainda estava dentro dos barracos", contou Rafaela. Claudice Andrade dos Santos, de 27 anos, também destaca a importância dos alimentos neste momento de dificuldade, e do aluguel social. “Meu marido trabalha na reciclagem, e a renda diminuiu muito na pandemia. Graças a Deus o Estado tá chegando junto. E todo mês eu recebo certinho a parcela do Aluguel Social, que é essencial pra nossa família", revelou.

Sobre o Aluguel Social
Através do Programa Aluguel Social, a Seias atende famílias em situação de risco e vulnerabilidade social que estejam abrigadas sob a responsabilidade do Estado e cadastradas em programas ou projetos habitacionais de qualquer esfera de Governo (Lei nº 7.150, de 26 de maio de 2011), por meio do pagamento de aluguéis transitórios, no valor mensal de R$ 300, pelo período que antecede a entrega definitiva do imóvel. Além dos alimentos, as famílias receberam máscaras de proteção respiratória e álcool a 70%, em reforço às medidas de prevenção ao contágio da Covid-19. Desde o início da pandemia, a Seias já entregou mais de 95 mil máscaras e 9.550 mil litros de álcool a grupos vulneráveis.

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Governo do Estado entrega alimentos, máscaras e álcool às 386 famílias cadastradas no Aluguel Social
Ação da Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) contemplou beneficiários de N. Sra. do Socorro, São Cristóvão, Barra dos Coqueiros, Zona Norte de Aracaju, Santa Maria e 17 de Março
Terça-Feira, 15 de Setembro de 2020

Nesta segunda e terça-feira, 14 e 15 de setembro, a Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) iniciou a entrega de kits de alimentos, máscaras de proteção respiratória e álcool a 70% às 386 famílias cadastradas no programa Aluguel Social do Governo de Sergipe. As técnicas da diretoria de Assistência Social da Seias dividiram-se em diversas equipes e realizaram as entregas nos domicílios das famílias beneficiárias, residentes na Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, nos bairros da Zona Norte de Aracaju, bairro Santa Maria e 17 de Março. Somando as campanhas “Solidarize-SE” e “Proteger é Cuidar”, articuladas pela Vice-Governadoria do Estado, a Seias conta com a colaboração de parceiros como Grupo Maratá, Fasouto, Megga Atacadista, Nota 10, Sindicato dos Atacadistas de Sergipe (Sincadise), Codise e Instituto Banese. 

De acordo com a secretária de Estado da Inclusão Social, Lêda Lúcia Couto, a destinação das doações recebidas pela campanha Solidarize-SE foi priorizada para as populações quilombolas e, agora, também para este público, com vistas a contribuir para a sua segurança alimentar. “É importante lembrar que o público do Aluguel Social, por já receber um benefício mensal do governo estadual para moradia, não pode, segundo a Lei de criação do Cartão Mais Inclusão, receber o auxílio mensal de R$ 100 criado durante a pandemia para a aquisição de gêneros alimentícios. Mas não deixam, por isso, de serem pessoas em situação de vulnerabilidade social, agravada pela pandemia. Então nos apressamos em destinar a elas parte das doações que recebemos das empresas parceiras”, disse Leda.

De acordo com a técnica de referência da proteção social básica da Seias, Karen Lícia Santana de Oliveira, todas as 386 famílias cadastradas no Aluguel Social receberão os kits ao longo desta semana. “São famílias que, mais do que nunca, estão necessitando de Proteção Social. E é nosso papel, enquanto Secretaria, buscar acompanhar e executar projetos em parceria com outras instituições e entidades, que se somam a essa causa tão importante, que é a da assistência e inclusão social. Agradecemos imensamente a todas elas pela sensibilidade da colaboração, em nome de cada uma dessas famílias”, pontuou Karen. 

Maria Nayara Gomes dos Santos mora no Conjunto Marcos Freire 3, em Socorro. Ela conta que a família tem enfrentado muitas dificuldades nos últimos meses. “Receber esses alimentos nos ajuda bastante, porque nessa pandemia, meu marido reduziu muito a renda, emprego está difícil e nem todo dia ele podia trazer o alimento pra nossa casa”, destacou. Lucicleide Dahu Batista também ressaltou as consequências do período prolongado de isolamento social. “Estamos com muita dificuldade. Eu já me encontrava sem alimento, minha renda foi reduzida no trabalho. Quando vi no grupo que íamos receber os kits, agradeci demais. Veio numa hora de muita precisão”, disse. 

Com o auxílio do Aluguel Social, Rafaela Rodrigues de Santana (31) deixou a ocupação em que vivia, no 17 de Março, e foi morar no Santa Maria com o esposo, duas filhas, quatro irmãos e a mãe. Ela conta que só tinha R$ 20 para comprar alimentos, quando recebeu os kits. "Agradeço muito por estarem lembrando de nós. Chegou numa boa hora. E é a primeira vez que eu estou ganhando álcool em gel, porque é muito caro e não dá para todo mundo. A gente só está morando em uma casa porque tem o benefício do aluguel social. A gente não tem trabalho. Se não tivesse o auxílio, a gente ainda estava dentro dos barracos", contou Rafaela. Claudice Andrade dos Santos, de 27 anos, também destaca a importância dos alimentos neste momento de dificuldade, e do aluguel social. “Meu marido trabalha na reciclagem, e a renda diminuiu muito na pandemia. Graças a Deus o Estado tá chegando junto. E todo mês eu recebo certinho a parcela do Aluguel Social, que é essencial pra nossa família", revelou.

Sobre o Aluguel Social
Através do Programa Aluguel Social, a Seias atende famílias em situação de risco e vulnerabilidade social que estejam abrigadas sob a responsabilidade do Estado e cadastradas em programas ou projetos habitacionais de qualquer esfera de Governo (Lei nº 7.150, de 26 de maio de 2011), por meio do pagamento de aluguéis transitórios, no valor mensal de R$ 300, pelo período que antecede a entrega definitiva do imóvel. Além dos alimentos, as famílias receberam máscaras de proteção respiratória e álcool a 70%, em reforço às medidas de prevenção ao contágio da Covid-19. Desde o início da pandemia, a Seias já entregou mais de 95 mil máscaras e 9.550 mil litros de álcool a grupos vulneráveis.