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Anuário: Sergipe registra segunda maior redução de mortes violentas no BR
Estado foi o que mais diminuiu casos na região Nordeste
Quinta-Feira, 30 de Junho de 2022

Com uma redução de 20,5% entre os anos de 2020 e 2021, Sergipe registrou a segunda maior queda na taxa de mortes violentas intencionais no Brasil. Os dados foram verificados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022. A publicação é a mais conceituada do país e é feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A edição deste ano foi publicada na última terça-feira, 28 de junho.

De acordo com o levantamento do FBSP, entre os 26 estados e o Distrito Federal, apenas o estado do Acre ficou à frente de Sergipe no que se refere às maiores reduções de mortes violentas intencionais. Conforme os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, enquanto em 2020 foram 988 mortes, em 2021 foram 792. No comparativo, houve a redução da taxa em 20,5%. As taxas são contabilizadas a cada 100 mil habitantes.

A redução na taxa de mortes violentas intencionais em Sergipe é fruto do trabalho integrado entre as polícias Civil e Militar, junto aos exames e laudos periciais emitidos pela Coordenadoria Geral de Perícias. O trabalho envolve tanto as ações de abordagens e operações, com apreensões de drogas e de armas de fogo, como as investigações que resultam no cumprimento de mandados de prisão.

O comandante da Polícia Militar, coronel Marcony Cabral, destacou que a diminuição das mortes violentas intencionais também é resultado do trabalho dos servidores da segurança pública. “Não se chega a uma marca de redução de mortes violentas sem que os profissionais estejam realmente fazendo seu trabalho. É importante citar também fatores como a tecnologia e a inteligência policial”, enfatizou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Tiago Leandro, relembrou que as mortes violentas intencionais também têm ligação com outros crimes, como o tráfico de drogas. “O DHPP e o Denarc atingiram marcos recordes em suas áreas de atuação. Tivemos diversas apreensões de drogas e prisões tanto de traficantes quanto de homicidas. Como os crimes estão relacionados, conseguimos essas reduções”, pontuou.

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Anuário: Sergipe registra segunda maior redução de mortes violentas no BR
Estado foi o que mais diminuiu casos na região Nordeste
Quinta-Feira, 30 de Junho de 2022

Com uma redução de 20,5% entre os anos de 2020 e 2021, Sergipe registrou a segunda maior queda na taxa de mortes violentas intencionais no Brasil. Os dados foram verificados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022. A publicação é a mais conceituada do país e é feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A edição deste ano foi publicada na última terça-feira, 28 de junho.

De acordo com o levantamento do FBSP, entre os 26 estados e o Distrito Federal, apenas o estado do Acre ficou à frente de Sergipe no que se refere às maiores reduções de mortes violentas intencionais. Conforme os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, enquanto em 2020 foram 988 mortes, em 2021 foram 792. No comparativo, houve a redução da taxa em 20,5%. As taxas são contabilizadas a cada 100 mil habitantes.

A redução na taxa de mortes violentas intencionais em Sergipe é fruto do trabalho integrado entre as polícias Civil e Militar, junto aos exames e laudos periciais emitidos pela Coordenadoria Geral de Perícias. O trabalho envolve tanto as ações de abordagens e operações, com apreensões de drogas e de armas de fogo, como as investigações que resultam no cumprimento de mandados de prisão.

O comandante da Polícia Militar, coronel Marcony Cabral, destacou que a diminuição das mortes violentas intencionais também é resultado do trabalho dos servidores da segurança pública. “Não se chega a uma marca de redução de mortes violentas sem que os profissionais estejam realmente fazendo seu trabalho. É importante citar também fatores como a tecnologia e a inteligência policial”, enfatizou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Tiago Leandro, relembrou que as mortes violentas intencionais também têm ligação com outros crimes, como o tráfico de drogas. “O DHPP e o Denarc atingiram marcos recordes em suas áreas de atuação. Tivemos diversas apreensões de drogas e prisões tanto de traficantes quanto de homicidas. Como os crimes estão relacionados, conseguimos essas reduções”, pontuou.