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Huse otimiza o fluxo de pacientes e esvazia “corredor de catástrofe”
Espaço foi historicamente ocupado em caráter de superlotação
Quarta-Feira, 12 de Janeiro de 2022

Com planejamento estratégico, trabalho em equipe e novos conceitos de gestão, o Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) otimiza o fluxo de pacientes, reduz a superlotação e esvazia o chamado “corredor de catástrofe”. O espaço foi historicamente ocupado em caráter de superlotação, situação diferente da atual, pois desde a última semana de novembro de 2021, ou seja, há sete semanas que essa área permanece totalmente vazia com a execução de planos de ação, implementação do  Lean nas Emergências e do Plano de Capacidade Plena (PCP).

A área do corredor de catástrofes foi designada inicialmente para atender múltiplas vítimas provocadas por grandes incidentes que fogem à normalidade da rotina hospitalar. Possui como características o elevado número de vítimas que necessitam de cuidados médicos, mas, devido à superlotação, fator que ocorre quando o número de pacientes é muito maior que a capacidade de atendimento, era uma rotina a ocupação deste espaço por pacientes do trauma e vascular. Esse corredor está totalmente vazio, um feito importante para a qualidade na prestação dos serviços públicos de saúde ofertados pela unidade.

Para o superintendente do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), Walter Pinheiro, nas grandes cidades onde os hospitais de referência têm uma demanda que costuma ser maior que a oferta de leitos, otimizar a oferta desses leitos e a passagem do paciente, significa operacionalizar e otimizar esse fluxo que exige ações bem aplicadas.

“Ressalto a luta incansável das nossas equipes, pois, estamos em um campo de batalha, vencendo aos poucos essa guerra. Ver esse corredor totalmente vazio desde o fim de novembro é um sinal de que a nossa estratégia de luta está dando certo, com ações coordenadas e integradas entre os setores do maior hospital público de Sergipe que resultam com maior velocidade no fluxo de pacientes. Isso reflete na melhora da segurança e da qualidade do atendimento ao paciente. Aos poucos vamos aprimorando a organização dos ambientes, agilizando o atendimento ao paciente, melhorando a velocidade nas internações e na realização dos procedimentos cirúrgicos. Vamos seguindo etapa por etapa e, aos poucos, vamos vencendo essa guerra, sempre pensando na qualidade do atendimento ao nosso paciente”, disse.

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Huse otimiza o fluxo de pacientes e esvazia “corredor de catástrofe”
Espaço foi historicamente ocupado em caráter de superlotação
Quarta-Feira, 12 de Janeiro de 2022

Com planejamento estratégico, trabalho em equipe e novos conceitos de gestão, o Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) otimiza o fluxo de pacientes, reduz a superlotação e esvazia o chamado “corredor de catástrofe”. O espaço foi historicamente ocupado em caráter de superlotação, situação diferente da atual, pois desde a última semana de novembro de 2021, ou seja, há sete semanas que essa área permanece totalmente vazia com a execução de planos de ação, implementação do  Lean nas Emergências e do Plano de Capacidade Plena (PCP).

A área do corredor de catástrofes foi designada inicialmente para atender múltiplas vítimas provocadas por grandes incidentes que fogem à normalidade da rotina hospitalar. Possui como características o elevado número de vítimas que necessitam de cuidados médicos, mas, devido à superlotação, fator que ocorre quando o número de pacientes é muito maior que a capacidade de atendimento, era uma rotina a ocupação deste espaço por pacientes do trauma e vascular. Esse corredor está totalmente vazio, um feito importante para a qualidade na prestação dos serviços públicos de saúde ofertados pela unidade.

Para o superintendente do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), Walter Pinheiro, nas grandes cidades onde os hospitais de referência têm uma demanda que costuma ser maior que a oferta de leitos, otimizar a oferta desses leitos e a passagem do paciente, significa operacionalizar e otimizar esse fluxo que exige ações bem aplicadas.

“Ressalto a luta incansável das nossas equipes, pois, estamos em um campo de batalha, vencendo aos poucos essa guerra. Ver esse corredor totalmente vazio desde o fim de novembro é um sinal de que a nossa estratégia de luta está dando certo, com ações coordenadas e integradas entre os setores do maior hospital público de Sergipe que resultam com maior velocidade no fluxo de pacientes. Isso reflete na melhora da segurança e da qualidade do atendimento ao paciente. Aos poucos vamos aprimorando a organização dos ambientes, agilizando o atendimento ao paciente, melhorando a velocidade nas internações e na realização dos procedimentos cirúrgicos. Vamos seguindo etapa por etapa e, aos poucos, vamos vencendo essa guerra, sempre pensando na qualidade do atendimento ao nosso paciente”, disse.