Inicio / Notícias / educacao_cultura_esportes
Notícia
Orsse faz homenagem à música francesa com concerto “Uma Noite em Paris”
Apresentação contará com peças de três importantes compositores franceses interpretadas pelo grupo, sob a regência do diretor artístico da orquestra, maestro Guilherme Mannis
Segunda-Feira, 22 de Novembro de 2021

Dando continuidade à sua Temporada de Concertos 2021, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) realizará, no próximo dia 24 de novembro, quarta-feira, às 20h30, um concerto muito especial no Teatro Tobias Barreto (TTB).Denominada “Uma Noite em Paris”, a apresentação contará com peças de três importantes compositores franceses interpretadas pelo grupo, sob a regência do diretor artístico da Orsse, maestro Guilherme Mannis.

A retirada gratuita dos ingressos ocorrerá a partir do dia 16 de novembro, sendo que cada pessoa pode retirar, no máximo, dois ingressos. O horário de funcionamento da bilheteria do TTB é de 12 às 20h, de terça a domingo. A ocupação ainda está limitada a 75% dos assentos da sala de espetáculos, conforme decretos governamentais. A Orsse é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê.

A apresentação tem como inspiração o enredo do filme “Meia-noite em Paris”, de Woody Allen. Neste filme, o personagem Gil Pender, um francófilo completamente fascinado pela Paris da década de 1920, realiza a cada dia diferentes passeios noturnos. A cada saída, Gil é transportado para uma época distinta, conversando com ícones da cultura francesa e artistas que por ali estiveram em diferentes períodos. Segundo o maestro da Orsse Guilherme Mannis, as peças escolhidas têm a mesma proposta: “Três compositores, três universos, três passeios pela deslumbrante 'cidade-luz'. Visitaremos a brilhante estética barroca de Rameau, o lirismo operístico de Bizet e a força da suíte de Fausto, de Gounod", disse.

A primeira das obras apresentadas será a Suíte da ópera “Castor et Pollux”, de Jean Philippe Rameau (1683-1764). Compositor do final do barroco e também teórico musical, Rameau foi o grande responsável pelas bases do estudo da harmonia na música ocidental. Sua produção artística, entretanto, não é muito conhecida, e tem nesta ópera uma das suas mais importantes realizações. Um exemplo típico “Tragédie en musique”, estilo de poesia musicada puramente francês, “Castor et Pollux” conta a história de um drama mitológico de dois irmãos gêmeos, um mortal (Castor) e outro imortal (Pollux), lutando pela paixão da amada Telaire.

Logo em seguida, será apresentada a Sinfonia em Dó maior, de Georges Bizet (1838-1875). Composta aos 17 anos, serviu como a base para futuras obras do compositor, evidenciando sua precoce genialidade, que culminaria em verdadeiros sucessos futuros, como as óperas “Os pescadores de pérolas” e "Carmen".

Completando o programa, virá a música do ballet da ópera Fausto, de Charles Gounod (1818-1893). O compositor escreveu esta ópera baseado na obra homônima de Goethe; seu célebre balé, que se encontra no início do quinto ato, foi introduzido na partitura em 1869, quando a obra foi reapresentada na Ópera de Paris, no mesmo ano, para respeitar uma tradição daquela casa. Efeitos dramáticos à parte, o fato é que a Música de Balé do Fausto de Gounod tornou-se de pronto uma de suas páginas mais celebradas e mais executadas, como obra autônoma, pelo repertório sinfônico. São, ao todo, sete danças: uma valsa (a dança das núbias), Cleópatra e o Cálice Dourado (uma dança em duas seções: a primeira lenta e a segunda mais movimentada), Dança Antiga, cuja concepção melódica é impressionante, Dança de Cleópatra e seus escravos, Dança das Donzelas Troianas, Dança do Espelho, todas fechadas pela Dança de Frinê. Não há interrupção entre elas, que se entrelaçam. A despeito dos títulos e das temáticas, não há qualquer tipo de referência arcaizante ou estereotipada. É ao século XIX e a Gounod que se ouve: franco, elegante, francês, infinitamente cativante e totalmente original.

Programação

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Concerto “Uma noite em Paris”
Quarta-feira, 24 de novembro de 2021, 20h30
Entrada franca, com retirada de ingressos na bilheteria do TTB (12-20h, exceto segunda), com ocupação limitada a 75% dos lugares do Teatro.

Repertório e intérpretes:

Jean-Philippe RAMEAU (1683-1764)
Castor et Pollux (Suíte instrumental da Tragedie en Musique)
I. Ouverture
II. Gavotte
III. Tambourin
IV. Chaconne
Georges BIZET (1838-1875)
Sinfonia nº1, em Dó maior
I. Allegro vivo
II. Adagio
III. Allegro vivace
IV. Allegro vivace

Charles GOUNOD (1818-1893)
Fausto – Música do ballet
I. Dança das núbias
II. Cleópatra e o cálice dourado
III. Dança antiga
IV. Dança de Cleópatra e seus escravos
V. Dança das donzelas troianas
VI. Dança do espelho
VII. Dança de Frinê

Realização: Fundação de Cultura e Arte Aperipê / Governo de Sergipe

Notícia
/ Notícias / educacao_cultura_esportes

Orsse faz homenagem à música francesa com concerto “Uma Noite em Paris”
Apresentação contará com peças de três importantes compositores franceses interpretadas pelo grupo, sob a regência do diretor artístico da orquestra, maestro Guilherme Mannis
Segunda-Feira, 22 de Novembro de 2021

Dando continuidade à sua Temporada de Concertos 2021, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) realizará, no próximo dia 24 de novembro, quarta-feira, às 20h30, um concerto muito especial no Teatro Tobias Barreto (TTB).Denominada “Uma Noite em Paris”, a apresentação contará com peças de três importantes compositores franceses interpretadas pelo grupo, sob a regência do diretor artístico da Orsse, maestro Guilherme Mannis.

A retirada gratuita dos ingressos ocorrerá a partir do dia 16 de novembro, sendo que cada pessoa pode retirar, no máximo, dois ingressos. O horário de funcionamento da bilheteria do TTB é de 12 às 20h, de terça a domingo. A ocupação ainda está limitada a 75% dos assentos da sala de espetáculos, conforme decretos governamentais. A Orsse é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê.

A apresentação tem como inspiração o enredo do filme “Meia-noite em Paris”, de Woody Allen. Neste filme, o personagem Gil Pender, um francófilo completamente fascinado pela Paris da década de 1920, realiza a cada dia diferentes passeios noturnos. A cada saída, Gil é transportado para uma época distinta, conversando com ícones da cultura francesa e artistas que por ali estiveram em diferentes períodos. Segundo o maestro da Orsse Guilherme Mannis, as peças escolhidas têm a mesma proposta: “Três compositores, três universos, três passeios pela deslumbrante 'cidade-luz'. Visitaremos a brilhante estética barroca de Rameau, o lirismo operístico de Bizet e a força da suíte de Fausto, de Gounod", disse.

A primeira das obras apresentadas será a Suíte da ópera “Castor et Pollux”, de Jean Philippe Rameau (1683-1764). Compositor do final do barroco e também teórico musical, Rameau foi o grande responsável pelas bases do estudo da harmonia na música ocidental. Sua produção artística, entretanto, não é muito conhecida, e tem nesta ópera uma das suas mais importantes realizações. Um exemplo típico “Tragédie en musique”, estilo de poesia musicada puramente francês, “Castor et Pollux” conta a história de um drama mitológico de dois irmãos gêmeos, um mortal (Castor) e outro imortal (Pollux), lutando pela paixão da amada Telaire.

Logo em seguida, será apresentada a Sinfonia em Dó maior, de Georges Bizet (1838-1875). Composta aos 17 anos, serviu como a base para futuras obras do compositor, evidenciando sua precoce genialidade, que culminaria em verdadeiros sucessos futuros, como as óperas “Os pescadores de pérolas” e "Carmen".

Completando o programa, virá a música do ballet da ópera Fausto, de Charles Gounod (1818-1893). O compositor escreveu esta ópera baseado na obra homônima de Goethe; seu célebre balé, que se encontra no início do quinto ato, foi introduzido na partitura em 1869, quando a obra foi reapresentada na Ópera de Paris, no mesmo ano, para respeitar uma tradição daquela casa. Efeitos dramáticos à parte, o fato é que a Música de Balé do Fausto de Gounod tornou-se de pronto uma de suas páginas mais celebradas e mais executadas, como obra autônoma, pelo repertório sinfônico. São, ao todo, sete danças: uma valsa (a dança das núbias), Cleópatra e o Cálice Dourado (uma dança em duas seções: a primeira lenta e a segunda mais movimentada), Dança Antiga, cuja concepção melódica é impressionante, Dança de Cleópatra e seus escravos, Dança das Donzelas Troianas, Dança do Espelho, todas fechadas pela Dança de Frinê. Não há interrupção entre elas, que se entrelaçam. A despeito dos títulos e das temáticas, não há qualquer tipo de referência arcaizante ou estereotipada. É ao século XIX e a Gounod que se ouve: franco, elegante, francês, infinitamente cativante e totalmente original.

Programação

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Concerto “Uma noite em Paris”
Quarta-feira, 24 de novembro de 2021, 20h30
Entrada franca, com retirada de ingressos na bilheteria do TTB (12-20h, exceto segunda), com ocupação limitada a 75% dos lugares do Teatro.

Repertório e intérpretes:

Jean-Philippe RAMEAU (1683-1764)
Castor et Pollux (Suíte instrumental da Tragedie en Musique)
I. Ouverture
II. Gavotte
III. Tambourin
IV. Chaconne
Georges BIZET (1838-1875)
Sinfonia nº1, em Dó maior
I. Allegro vivo
II. Adagio
III. Allegro vivace
IV. Allegro vivace

Charles GOUNOD (1818-1893)
Fausto – Música do ballet
I. Dança das núbias
II. Cleópatra e o cálice dourado
III. Dança antiga
IV. Dança de Cleópatra e seus escravos
V. Dança das donzelas troianas
VI. Dança do espelho
VII. Dança de Frinê

Realização: Fundação de Cultura e Arte Aperipê / Governo de Sergipe