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Governo participa de debate sobre o papel do poder executivo e legislativos Estaduais frente às Mudanças do Clima
O evento nacional que acontece em Recife, aborda atual situação do clima e como alcançar objetivos propostos pelas políticas mundiais de adaptação
Sexta-Feira, 08 de Novembro de 2019

O Governo do Estado de Sergipe, por meio do superintendente especial de recursos Hídricos e Meio Ambiente (SERHMA), Ailton Rocha, participa da Conferência Brasileira de Mudança do Clima, que segue até hoje, 8, em Recife, Pernambuco. O encontro reúne organizações não governamentais, movimentos sociais, governos, comunidade científica e os setores privado e público brasileiros para três dias de diálogo e formulação de propostas para o enfrentamento à crise climática mundial.

A atual crise climática é o foco da conferência e quer alcançar os objetivos propostos pelas políticas mundiais de adaptação as mudanças climáticas. No fim do evento um termo de compromisso será assinado com as propostas de contribuição dos estados brasileiros. 

O superintendente especial de Recursos Hídricos e Meio Ambiente Ailton Rocha participou hoje da mesa redonda que teve como tema: o papel dos poderes Executivo e Legislativo Estaduais frente às Mudanças do Clima. ?Eventos como este são de extrema importância para todo o Brasil, já que é necessária uma ação conjunta dos estados para propormos ações que possam ajudar o país a enfrentar os desafios e criar um país que possa ter um desenvolvimento sustentável, com medidas transformadoras para promover essa mudança?, explica o superintendente.

Ações do Governo de Sergipe com interface nas mudanças climáticas

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedurbs), e da Superintendência Especial de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Serhma), vem honrando seus compromissos de enfrentamento aos problemas ambientais e desenvolve ações em prol às mudanças climáticas. 

O superintendente da SERHMA, Ailton Rocha, destaca algumas destas ações desenvolvidas: Temos vários sistemas e ações de controle e monitoramento ambiental como: monitor de secas e monitoramento hidrometeorológico; unidades de conservação; planos de recursos hídricos; outorga de uso de recursos hídricos; fiscalização; produtor de água; implantação de URADS (combate à desertificação); resíduos sólidos; ações de educação ambiental; gerenciamento costeiro; acesso à água entre outras ações, explicou o superintendente.