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Sergipe começa a vacinar pessoas com comorbidades e deficientes
O Programa Nacional de Imunização (PNI) estima que nesta faixa etária o Estado de Sergipe tem 184.542 pessoas com comorbidades e 93.546 com deficiência permanente grave
Segunda-Feira, 03 de Maio de 2021

Sergipe inicia nesta segunda-feira, 03, a vacinação contra a Covid-19 de pessoas com comorbidades e deficiências, na faixa etária de 18 a 59 anos. Nesta primeira fase desse grupo prioritário estão sendo imunizados renais crônicos em terapia de substituição renal (diálise), gestantes e puérperas com comorbidades a partir dos 18 anos, pessoas com comorbidades de 59 anos e indivíduos com deficiência cadastrados no Benefício de Prestação Continuada (BPC) com 59 anos de idade.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) estima que nesta faixa etária o Estado de Sergipe tem 184.542 pessoas com comorbidades e 93.546 com deficiência permanente grave. Os números do PNI estão baseados no Censo do IBGE de 2010, como enfatizou o diretor de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Marco Aurélio Góes. “Como precisamos de informações detalhadas sobre estes grupos prioritários, orientamos os municípios a mapearem essa população no território, para que o processo de vacinação ocorra de forma ágil e organizada”, disse Marco Aurélio Góes.

Salientou que para efeito de vacinação contra a Covid-19, as comorbidades consideradas prioritárias devem ser comprovadas com relatório médico atualizado, de até seis meses, que descreva com clareza qual ou quais comorbidades o indivíduo possui. Adiantou que a vacinação ocorrerá de forma gradual, à medida que as doses forem chegando do Ministério da Saúde. Marco Aurélio ainda destacou que o agravamento e óbito pela Covid-19 estão relacionados especialmente à preexistência de comorbidades, sendo fundamental a imunização destas pessoas contra o novo coronavírus.

Os grupos prioritários para vacinação são as pessoas com 59 a 18 anos com uma ou mais das comorbidades, quais sejam: diabetes; pneumopatias crônicas graves; hipertensão arterial resistente, estágios três, dois e um com lesão em órgão-alvo; insuficiência cardíaca; cor-pulmonale e hipertensão pulmonar; cardiopatia hipertensiva; síndromes coronárias; valvopatias; miocardiopatias e pericardiopatias; doenças da Aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; arritmias cardíacas; cardiopatias congênitas de adultos; próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados; doença cerebrovascular; doença renal crônica; imunossuprimidos (implantados, pessoas convivendo com o HIV e indivíduos com neoplasia hematológica, entre outros), anemia falciforme, obesidade mórbida e cirrose hepática.

Também neste grupo prioritário estão os indivíduos com deficiência permanente, que apresentem limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos; e com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar e outras.

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Sergipe começa a vacinar pessoas com comorbidades e deficientes
O Programa Nacional de Imunização (PNI) estima que nesta faixa etária o Estado de Sergipe tem 184.542 pessoas com comorbidades e 93.546 com deficiência permanente grave
Segunda-Feira, 03 de Maio de 2021

Sergipe inicia nesta segunda-feira, 03, a vacinação contra a Covid-19 de pessoas com comorbidades e deficiências, na faixa etária de 18 a 59 anos. Nesta primeira fase desse grupo prioritário estão sendo imunizados renais crônicos em terapia de substituição renal (diálise), gestantes e puérperas com comorbidades a partir dos 18 anos, pessoas com comorbidades de 59 anos e indivíduos com deficiência cadastrados no Benefício de Prestação Continuada (BPC) com 59 anos de idade.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) estima que nesta faixa etária o Estado de Sergipe tem 184.542 pessoas com comorbidades e 93.546 com deficiência permanente grave. Os números do PNI estão baseados no Censo do IBGE de 2010, como enfatizou o diretor de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Marco Aurélio Góes. “Como precisamos de informações detalhadas sobre estes grupos prioritários, orientamos os municípios a mapearem essa população no território, para que o processo de vacinação ocorra de forma ágil e organizada”, disse Marco Aurélio Góes.

Salientou que para efeito de vacinação contra a Covid-19, as comorbidades consideradas prioritárias devem ser comprovadas com relatório médico atualizado, de até seis meses, que descreva com clareza qual ou quais comorbidades o indivíduo possui. Adiantou que a vacinação ocorrerá de forma gradual, à medida que as doses forem chegando do Ministério da Saúde. Marco Aurélio ainda destacou que o agravamento e óbito pela Covid-19 estão relacionados especialmente à preexistência de comorbidades, sendo fundamental a imunização destas pessoas contra o novo coronavírus.

Os grupos prioritários para vacinação são as pessoas com 59 a 18 anos com uma ou mais das comorbidades, quais sejam: diabetes; pneumopatias crônicas graves; hipertensão arterial resistente, estágios três, dois e um com lesão em órgão-alvo; insuficiência cardíaca; cor-pulmonale e hipertensão pulmonar; cardiopatia hipertensiva; síndromes coronárias; valvopatias; miocardiopatias e pericardiopatias; doenças da Aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; arritmias cardíacas; cardiopatias congênitas de adultos; próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados; doença cerebrovascular; doença renal crônica; imunossuprimidos (implantados, pessoas convivendo com o HIV e indivíduos com neoplasia hematológica, entre outros), anemia falciforme, obesidade mórbida e cirrose hepática.

Também neste grupo prioritário estão os indivíduos com deficiência permanente, que apresentem limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos; e com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar e outras.