O Colégio Estadual Professor Artur Fortes, localizado no município de Carira, no agreste central sergipano, deu início neste mês ao projeto ‘Negros(as) sergipanos(as) para sempre’, uma ação inédita no estado dedicada a reconhecer e valorizar o legado de personalidades negras que marcaram a história de Sergipe. A iniciativa, alinhada às diretrizes da Lei 10.639/2003, nomeia todas as salas de aula com figuras afro-sergipanas de destaque, reafirmando o compromisso da escola com a equidade racial, o combate ao racismo institucional e a promoção da identidade cultural no ambiente educacional.
A Lei 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar, estabelece que as instituições de ensino valorizem a história e as contribuições dos afro-brasileiros. Em consonância com essa legislação, a escola adotou a proposta de nomear suas salas com 12 personalidades negras que deixaram importantes contribuições para o estado: Tobias Barreto, João Mulungu, Manoel Congo, Quintino de Lacerda, Zizinha Guimarães, Carvalho Lima Júnior, Arthur Bispo do Rosário, Horácio Hora, Raymundo Souza Dantas, Maria Beatriz Nascimento, Moreira Guimarães e Mãe Bilina.
Juntas, essas trajetórias revelam a amplitude da atuação negra na filosofia, na arte, na educação, na política, na luta quilombola, na diplomacia e nas tradições culturais sergipanas. A presença desses nomes nos espaços escolares permite aos estudantes vivenciarem, de forma cotidiana, referências que fortalecem a identidade e ampliam o entendimento sobre a contribuição da população negra para a formação histórica e social de Sergipe.
Nos próximos meses, o projeto será aprofundado com a produção de biografias e materiais informativos sobre cada patrono, elaborados por professores e alunos. Assim, cada sala de aula se transforma em um espaço vivo de memória e valorização, preservando e difundindo o legado de homens e mulheres negros que romperam barreiras e abriram caminhos para as novas gerações, consolidando uma prática educativa mais justa, plural e antirracista.
“Esse projeto, além de reconhecer os sergipanos e sergipanas negros que tiveram uma linda história em nosso estado, também permite que os nossos alunos possam conhecer mais sobre como é possível ser quem eles quiserem, independentemente da cor, raça e meio social em que eles estejam. É preciso valorizar e reconhecer os nossos conterrâneos”, expressa a pedagoga do Colégio Estadual Professor Artur Fortes, Tayna Grace, a respeito da importância de realizar a iniciativa.
O Colégio Estadual Professor Artur Fortes, localizado no município de Carira, no agreste central sergipano, deu início neste mês ao projeto ‘Negros(as) sergipanos(as) para sempre’, uma ação inédita no estado dedicada a reconhecer e valorizar o legado de personalidades negras que marcaram a história de Sergipe. A iniciativa, alinhada às diretrizes da Lei 10.639/2003, nomeia todas as salas de aula com figuras afro-sergipanas de destaque, reafirmando o compromisso da escola com a equidade racial, o combate ao racismo institucional e a promoção da identidade cultural no ambiente educacional.
A Lei 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar, estabelece que as instituições de ensino valorizem a história e as contribuições dos afro-brasileiros. Em consonância com essa legislação, a escola adotou a proposta de nomear suas salas com 12 personalidades negras que deixaram importantes contribuições para o estado: Tobias Barreto, João Mulungu, Manoel Congo, Quintino de Lacerda, Zizinha Guimarães, Carvalho Lima Júnior, Arthur Bispo do Rosário, Horácio Hora, Raymundo Souza Dantas, Maria Beatriz Nascimento, Moreira Guimarães e Mãe Bilina.
Juntas, essas trajetórias revelam a amplitude da atuação negra na filosofia, na arte, na educação, na política, na luta quilombola, na diplomacia e nas tradições culturais sergipanas. A presença desses nomes nos espaços escolares permite aos estudantes vivenciarem, de forma cotidiana, referências que fortalecem a identidade e ampliam o entendimento sobre a contribuição da população negra para a formação histórica e social de Sergipe.
Nos próximos meses, o projeto será aprofundado com a produção de biografias e materiais informativos sobre cada patrono, elaborados por professores e alunos. Assim, cada sala de aula se transforma em um espaço vivo de memória e valorização, preservando e difundindo o legado de homens e mulheres negros que romperam barreiras e abriram caminhos para as novas gerações, consolidando uma prática educativa mais justa, plural e antirracista.
“Esse projeto, além de reconhecer os sergipanos e sergipanas negros que tiveram uma linda história em nosso estado, também permite que os nossos alunos possam conhecer mais sobre como é possível ser quem eles quiserem, independentemente da cor, raça e meio social em que eles estejam. É preciso valorizar e reconhecer os nossos conterrâneos”, expressa a pedagoga do Colégio Estadual Professor Artur Fortes, Tayna Grace, a respeito da importância de realizar a iniciativa.