Inicio / Notícias / inclusao-social
Notícia
Fundação Renascer realiza assembleia pública para revisão do Projeto Político Pedagógico
Novo projeto deverá ser executado pelas unidades socioeducativas do Estado a partir de 2020
Sexta-Feira, 29 de Novembro de 2019

A Fundação Renascer do Estado de Sergipe realizou, na manhã desta sexta-feira (29), uma assembleia para revisão do Projeto Político Pedagógico Institucional – PPPI das unidades. Com a presença de técnicos da Fundação, integrantes da comunidade socioeducativa, representantes de órgãos públicos e sociedade civil, o encontro foi realizado no auditório da Fundação e debateu os avanços dos últimos anos, as dificuldades e as sugestões para o projeto que deverá ser executado a partir de 2020.

O presidente da Fundação Renascer, Wellington Mangueira, destacou a importância da participação pública na discussão do projeto. “Para a Fundação Renascer, é fundamental que a sociedade sergipana tenha comparecido com estímulo a esta convocação. Aqui, se encontram representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Sergipe, da Secretaria Estadual de Educação, da Saúde e também das secretarias municipais, para juntos discutirmos o processo de construção do novo projeto político pedagógico das unidades socioeducativas. O projeto deve ser avaliado, criticado e reformado para que os adolescentes saiam daqui melhores do que entraram, com uma visão de restruturação social”, afirmou.

Assistindo à assembléia, o socioeducando M. M. S., que cumpre medida socioeducativa de semiliberdade na Comunidade de Ação Socioeducativa São Francisco de Assis (CASE II), destacou a importância das atividades realizadas na unidade. “Gostei de estar nesta reunião hoje, ter a oportunidade de estar no meio de pessoas importantes é muito interessante. Eu estudo no Centro de Referência de Educação de Jovens e Adultos Prof. Severino Uchôa, em um horário, e no outro participo das ações na unidade. Tenho atividades religiosas, esportivas, de informática e, às vezes, passeios para conhecer museus e outros espaços. Eu acho importante esse tipo de medida para a melhoria da nossa vida”, disse.

A avaliação das medidas socioeducativas será levada para a esfera nacional, como conta Frederico Dantas Vieira, coordenador de monitoramento e avaliação da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos (SNDCA/MDH). “As informações sobre o atendimento socieducativo são incluídas no banco de dados e enviadas para avaliação do Governo Federal. Após esta assembleia, vamos votar e aprovar coletivamente as medidas, no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente. Até o final do ano, apresentaremos o novo projeto para a sociedade para que, em 2020, a Fundação comece a executar.”, disse Frederico, que é também coordenador estadual do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA) e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

A proposta de assembleia aberta foi elogiada pela coordenadora da infância e juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), Conceição Moraes. “Para o Tribunal de Justiça, é muito prazeroso estar aqui, participando desse momento de construção coletiva, onde todos podem dar sua opinião observando aquilo que pode ser melhorado, fugindo do que era feito anteriormente de forma hierarquizada. A construção do projeto político pedagógico tem que ser feita com os vários segmentos que compõem o sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente e que trabalham direta ou indiretamente na aplicação das medidas socioeducativas”, considera.

Notícia
/ Notícias / inclusao-social

Fundação Renascer realiza assembleia pública para revisão do Projeto Político Pedagógico
Novo projeto deverá ser executado pelas unidades socioeducativas do Estado a partir de 2020
Sexta-Feira, 29 de Novembro de 2019

A Fundação Renascer do Estado de Sergipe realizou, na manhã desta sexta-feira (29), uma assembleia para revisão do Projeto Político Pedagógico Institucional – PPPI das unidades. Com a presença de técnicos da Fundação, integrantes da comunidade socioeducativa, representantes de órgãos públicos e sociedade civil, o encontro foi realizado no auditório da Fundação e debateu os avanços dos últimos anos, as dificuldades e as sugestões para o projeto que deverá ser executado a partir de 2020.

O presidente da Fundação Renascer, Wellington Mangueira, destacou a importância da participação pública na discussão do projeto. “Para a Fundação Renascer, é fundamental que a sociedade sergipana tenha comparecido com estímulo a esta convocação. Aqui, se encontram representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Sergipe, da Secretaria Estadual de Educação, da Saúde e também das secretarias municipais, para juntos discutirmos o processo de construção do novo projeto político pedagógico das unidades socioeducativas. O projeto deve ser avaliado, criticado e reformado para que os adolescentes saiam daqui melhores do que entraram, com uma visão de restruturação social”, afirmou.

Assistindo à assembléia, o socioeducando M. M. S., que cumpre medida socioeducativa de semiliberdade na Comunidade de Ação Socioeducativa São Francisco de Assis (CASE II), destacou a importância das atividades realizadas na unidade. “Gostei de estar nesta reunião hoje, ter a oportunidade de estar no meio de pessoas importantes é muito interessante. Eu estudo no Centro de Referência de Educação de Jovens e Adultos Prof. Severino Uchôa, em um horário, e no outro participo das ações na unidade. Tenho atividades religiosas, esportivas, de informática e, às vezes, passeios para conhecer museus e outros espaços. Eu acho importante esse tipo de medida para a melhoria da nossa vida”, disse.

A avaliação das medidas socioeducativas será levada para a esfera nacional, como conta Frederico Dantas Vieira, coordenador de monitoramento e avaliação da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos (SNDCA/MDH). “As informações sobre o atendimento socieducativo são incluídas no banco de dados e enviadas para avaliação do Governo Federal. Após esta assembleia, vamos votar e aprovar coletivamente as medidas, no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente. Até o final do ano, apresentaremos o novo projeto para a sociedade para que, em 2020, a Fundação comece a executar.”, disse Frederico, que é também coordenador estadual do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA) e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

A proposta de assembleia aberta foi elogiada pela coordenadora da infância e juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), Conceição Moraes. “Para o Tribunal de Justiça, é muito prazeroso estar aqui, participando desse momento de construção coletiva, onde todos podem dar sua opinião observando aquilo que pode ser melhorado, fugindo do que era feito anteriormente de forma hierarquizada. A construção do projeto político pedagógico tem que ser feita com os vários segmentos que compõem o sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente e que trabalham direta ou indiretamente na aplicação das medidas socioeducativas”, considera.