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Projetos sergipanos ganham destaque na Mostra Nacional de Feiras de Ciências
O evento, que reúne 38 projetos de 16 estados brasileiros, é realizado em caráter itinerante com apresentações orais em vários espaços
Quarta-Feira, 23 de Novembro de 2022

Alunos e professoras da rede estadual desembarcaram em Brasília para participar da 3ª Mostra Nacional de Feiras de Ciências, que acontece entre os dias 21 e 26 de novembro. As equipes sergipanas irão apresentar os projetos “Forno Solar de Umbaúba”, do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, localizado no município de Umbaúba; e o “Lactaneja - Bebida Láctea Sertaneja”, do Centro de Excelência Dom Juvêncio de Brito, em Canindé de São Francisco. O evento, que reúne 38 projetos de 16 estados brasileiros, é realizado em caráter itinerante com apresentações orais em vários espaços.

Orientadora do “Lactaneja - Bebida Láctea Sertaneja”, a professora Lark Soany destacou o sentimento de ter o projeto selecionado para a mostra. “Ser Sergipe aqui na Mostra Nacional das Feiras de Ciências é uma honra enorme. Sabemos que em nosso estado temos muitos projetos bons, e estar representando todos eles é extremamente gratificante. Sergipe tem ciência, e nós estamos aqui para provar isso. A mostra nacional é a nossa última feira presencial e não haveria forma de concluir essa trajetória. A experiência está incrível. Estamos vivendo coisas únicas, conhecendo lugares incríveis. Estamos hoje apresentando o nosso projeto para os técnicos do MCTI. É uma emoção indescritível. Para os alunos é maravilhoso estar com os melhores do país. Aqui tem gente de diversas regiões, trabalhos que foram premiados nas mais diversas feiras”.

A aluna do Centro de Excelência Dom Juvêncio de Britto, Anne Gabriela de Freitas Almeida, do projeto Lactaneja, também falou da experiência e que o momento se resume à gratidão por “saber que todo nosso trabalho está sendo reconhecido; que estamos compartilhando ele com novas pessoas. É uma sensação indescritível. Toda feira é um mix de sentimentos diferentes, mas estar na Mostra Nacional das Feiras de Ciência é como se estivéssemos presentes em todas as feiras do país de uma só vez, compartilhando nossas experiências, expectativas”, comemorou.

Outra pesquisa que ganhou destaque nacional foi o Forno Solar de Umbaúba: fabricação e teste de desempenho de um Forno Solar utilizando materiais reciclados para substituir o uso do forno a lenha muito utilizado durante a pandemia no nunicípio de Umbaúba, sob a orientação da professora Darcylaine Martins. De acordo com ela, “eventos como a Mostra Nacional de Feiras de Ciências são importantes porque estimulam outros alunos a se interessarem pela pesquisa científica e dar visibilidade ao que já é produzido na Educação Básica das escolas estaduais de Sergipe”, disse.

A professora Darcylaine Martins ainda destaca o potencial dos estudantes. “Nossos jovens cientistas de Umbaúba conseguiram, em plena pandemia, com orientações online, produzir um Forno Solar que surgiu da preocupação com o aumento de casos de queimados no Huse que utilizavam álcool para cozinhar devido ao aumento de preço do botijão de gás. O nosso projeto é uma alternativa simples, barata e eficaz para a cocção dos alimentos, e foi pensado e elaborado pelos alunos”.

A equipe do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho viajou com cinco representantes. A participação de dois alunos e uma professora foi custeada pelo Profin Projetos, iniciativa da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc) que destina recursos financeiros diretamente às escolas estaduais.

Feliz com o reconhecimento, a aluna Gabrielle Silva, do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, reforçou que essa “é uma oportunidade única e estamos aproveitando cada momento, seja nas apresentações no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ou até mesmo nos passeios aqui na cidade. Espero que outros alunos de escolas públicas, como nós, se interessem pela pesquisa científica e vejam o quanto é divertido e até onde a gente pode chegar com os projetos de iniciação científica”.

A programação das equipes engloba ainda apresentações no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Casa Thomas Jefferson; visitação ao Planetário de Brasília; Senado e Congresso Nacional; e Universidade de Brasília (UnB). Ao fim das atividades todos os participantes serão agraciados com medalhas e certificados de participação.

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O evento, que reúne 38 projetos de 16 estados brasileiros, é realizado em caráter itinerante com apresentações orais em vários espaços
Quarta-Feira, 23 de Novembro de 2022

Alunos e professoras da rede estadual desembarcaram em Brasília para participar da 3ª Mostra Nacional de Feiras de Ciências, que acontece entre os dias 21 e 26 de novembro. As equipes sergipanas irão apresentar os projetos “Forno Solar de Umbaúba”, do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, localizado no município de Umbaúba; e o “Lactaneja - Bebida Láctea Sertaneja”, do Centro de Excelência Dom Juvêncio de Brito, em Canindé de São Francisco. O evento, que reúne 38 projetos de 16 estados brasileiros, é realizado em caráter itinerante com apresentações orais em vários espaços.

Orientadora do “Lactaneja - Bebida Láctea Sertaneja”, a professora Lark Soany destacou o sentimento de ter o projeto selecionado para a mostra. “Ser Sergipe aqui na Mostra Nacional das Feiras de Ciências é uma honra enorme. Sabemos que em nosso estado temos muitos projetos bons, e estar representando todos eles é extremamente gratificante. Sergipe tem ciência, e nós estamos aqui para provar isso. A mostra nacional é a nossa última feira presencial e não haveria forma de concluir essa trajetória. A experiência está incrível. Estamos vivendo coisas únicas, conhecendo lugares incríveis. Estamos hoje apresentando o nosso projeto para os técnicos do MCTI. É uma emoção indescritível. Para os alunos é maravilhoso estar com os melhores do país. Aqui tem gente de diversas regiões, trabalhos que foram premiados nas mais diversas feiras”.

A aluna do Centro de Excelência Dom Juvêncio de Britto, Anne Gabriela de Freitas Almeida, do projeto Lactaneja, também falou da experiência e que o momento se resume à gratidão por “saber que todo nosso trabalho está sendo reconhecido; que estamos compartilhando ele com novas pessoas. É uma sensação indescritível. Toda feira é um mix de sentimentos diferentes, mas estar na Mostra Nacional das Feiras de Ciência é como se estivéssemos presentes em todas as feiras do país de uma só vez, compartilhando nossas experiências, expectativas”, comemorou.

Outra pesquisa que ganhou destaque nacional foi o Forno Solar de Umbaúba: fabricação e teste de desempenho de um Forno Solar utilizando materiais reciclados para substituir o uso do forno a lenha muito utilizado durante a pandemia no nunicípio de Umbaúba, sob a orientação da professora Darcylaine Martins. De acordo com ela, “eventos como a Mostra Nacional de Feiras de Ciências são importantes porque estimulam outros alunos a se interessarem pela pesquisa científica e dar visibilidade ao que já é produzido na Educação Básica das escolas estaduais de Sergipe”, disse.

A professora Darcylaine Martins ainda destaca o potencial dos estudantes. “Nossos jovens cientistas de Umbaúba conseguiram, em plena pandemia, com orientações online, produzir um Forno Solar que surgiu da preocupação com o aumento de casos de queimados no Huse que utilizavam álcool para cozinhar devido ao aumento de preço do botijão de gás. O nosso projeto é uma alternativa simples, barata e eficaz para a cocção dos alimentos, e foi pensado e elaborado pelos alunos”.

A equipe do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho viajou com cinco representantes. A participação de dois alunos e uma professora foi custeada pelo Profin Projetos, iniciativa da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc) que destina recursos financeiros diretamente às escolas estaduais.

Feliz com o reconhecimento, a aluna Gabrielle Silva, do Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, reforçou que essa “é uma oportunidade única e estamos aproveitando cada momento, seja nas apresentações no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ou até mesmo nos passeios aqui na cidade. Espero que outros alunos de escolas públicas, como nós, se interessem pela pesquisa científica e vejam o quanto é divertido e até onde a gente pode chegar com os projetos de iniciação científica”.

A programação das equipes engloba ainda apresentações no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Casa Thomas Jefferson; visitação ao Planetário de Brasília; Senado e Congresso Nacional; e Universidade de Brasília (UnB). Ao fim das atividades todos os participantes serão agraciados com medalhas e certificados de participação.