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Saúde discute em seminário segurança do paciente
O seminário terá a participação de técnicos da SES e de hospitais públicos e particulares do Estado
Terça-Feira, 14 de Setembro de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza nesta quarta-feira, 15, o Seminário Estadual de Segurança do Paciente, no auditório da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), evento alusivo ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, celebrado em 17 de setembro. Escolhido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o tema trabalhado na edição 2021 é o ‘Cuidado materno e neonatal seguro’. O seminário terá a participação de técnicos da SES e de hospitais públicos e particulares do Estado.

O seminário tem à frente os técnicos do Núcleo Estadual de Segurança do Paciente e Controle de Infecções Relacionadas à Saúde (Nespciras), órgão ligado à Diretoria de Vigilância em Saúde, que tem a missão de conduzir a política de segurança do paciente no Estado de Sergipe e acompanhar a execução dos protocolos e das práticas definidas pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) para serem aplicadas pelas unidades, mais particularmente pelos hospitais públicos, privados e beneficentes, segundo informou a biomédica Mônica Ribeiro de Oliveira Esmeraldo, referência técnica do Nespciras.

E, de acordo com a também biomédica e referência técnica do núcleo, Maíza Dayane Alves de Souza, o Estado de Sergipe vem avançando bastante na segurança do paciente, trabalhando junto às equipes e às unidades de saúde a incorporação dessa nova essa cultura nas suas rotinas. “Nós temos percebido uma evolução nessa questão, que a segurança do paciente está ganhando maior importância entre todos os envolvidos na assistência ao usuário”, disse.

A fisioterapeuta Liane Rocha Machado, referência técnica do núcleo, destacou que dois hospitais de Sergipe, um público e privado, executam 100% das práticas de segurança do paciente segundo avaliação da Anvisa e serão certificados durante o seminário. Informou que são avaliadas as cinco principais metas de segurança do paciente que são a higienização das mãos, cirurgia segura, protocolo de quedas, úlcera de pressão e identificação do paciente.

Tema 2021

O Setembro Laranja é uma mobilização que comemora a segurança do paciente, reforça a importância do cuidado ao usuário, mas também busca conscientizar o paciente deque ele precisa cuidar de si, desde a sua identificação na unidade hospitalar, por exemplo, ao medicamento a ele administrado. “Precisamos ciar essa cultura, a de o paciente ter propriedade sobre aquilo que está acontecendo com ele”, disse Mônica Esmeraldo.

Seminário

A capacitação vai acontecer das 8h30 às 12h30, abordando temáticas como Segurança do paciente nos cuidados neonatal; Indicadores de mortalidade materna e neonatal; Práticas adotadas na Maternidade Santa Izabel para fortalecimento do parto seguro e Cenário do Núcleo de Segurança do Paciente no Estado (NSP). O seminário é destinado às equipes dos NSPs e das Comissões de Controle da Infecção Hospitalar (CCIH) e profissionais de saúde em geral.

Cuidado materno

A cada ano a Organização Mundial de Saúde escolhe um tema para ser trabalhado no Dia Mundial de Segurança do Paciente. Nesta edição de 2021, a proposta foi o ‘Cuidado materno e neonatal seguro’, para chamar a atenção daqueles que trabalham com saúde e da população em geral sobre uma realidade preocupante: cerca de 830 mulheres morrem todos os dias por complicações relacionadas à gravidez ou ao parto em todo o mundo.

Argumentam a OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde que, uma vez que os cuidados com a maternidade também são afetados por questões de igualdade de gênero e violência, as experiências das mulheres durante o parto têm o potencial de empoderar ou infligir danos e traumas emocionais a elas. Assim, escolheu como slogan da campanha o apelo ‘Aja agora para um parto seguro e respeitoso!’.

Segundo a organização, as principais complicações, que representam quase 75% de todas as mortes maternas, são: hipertensão (pré-eclâmpsia e eclâmpsia); hemorragias graves (principalmente após o parto); infecções (normalmente depois do parto); complicações no parto e abortos inseguros. Atestam as instituições que a maioria das mortes maternas é evitável, considerando que as soluções de cuidados de saúde para prevenir ou administrar complicações são bem conhecidas.

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Saúde discute em seminário segurança do paciente
O seminário terá a participação de técnicos da SES e de hospitais públicos e particulares do Estado
Terça-Feira, 14 de Setembro de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza nesta quarta-feira, 15, o Seminário Estadual de Segurança do Paciente, no auditório da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), evento alusivo ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, celebrado em 17 de setembro. Escolhido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o tema trabalhado na edição 2021 é o ‘Cuidado materno e neonatal seguro’. O seminário terá a participação de técnicos da SES e de hospitais públicos e particulares do Estado.

O seminário tem à frente os técnicos do Núcleo Estadual de Segurança do Paciente e Controle de Infecções Relacionadas à Saúde (Nespciras), órgão ligado à Diretoria de Vigilância em Saúde, que tem a missão de conduzir a política de segurança do paciente no Estado de Sergipe e acompanhar a execução dos protocolos e das práticas definidas pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) para serem aplicadas pelas unidades, mais particularmente pelos hospitais públicos, privados e beneficentes, segundo informou a biomédica Mônica Ribeiro de Oliveira Esmeraldo, referência técnica do Nespciras.

E, de acordo com a também biomédica e referência técnica do núcleo, Maíza Dayane Alves de Souza, o Estado de Sergipe vem avançando bastante na segurança do paciente, trabalhando junto às equipes e às unidades de saúde a incorporação dessa nova essa cultura nas suas rotinas. “Nós temos percebido uma evolução nessa questão, que a segurança do paciente está ganhando maior importância entre todos os envolvidos na assistência ao usuário”, disse.

A fisioterapeuta Liane Rocha Machado, referência técnica do núcleo, destacou que dois hospitais de Sergipe, um público e privado, executam 100% das práticas de segurança do paciente segundo avaliação da Anvisa e serão certificados durante o seminário. Informou que são avaliadas as cinco principais metas de segurança do paciente que são a higienização das mãos, cirurgia segura, protocolo de quedas, úlcera de pressão e identificação do paciente.

Tema 2021

O Setembro Laranja é uma mobilização que comemora a segurança do paciente, reforça a importância do cuidado ao usuário, mas também busca conscientizar o paciente deque ele precisa cuidar de si, desde a sua identificação na unidade hospitalar, por exemplo, ao medicamento a ele administrado. “Precisamos ciar essa cultura, a de o paciente ter propriedade sobre aquilo que está acontecendo com ele”, disse Mônica Esmeraldo.

Seminário

A capacitação vai acontecer das 8h30 às 12h30, abordando temáticas como Segurança do paciente nos cuidados neonatal; Indicadores de mortalidade materna e neonatal; Práticas adotadas na Maternidade Santa Izabel para fortalecimento do parto seguro e Cenário do Núcleo de Segurança do Paciente no Estado (NSP). O seminário é destinado às equipes dos NSPs e das Comissões de Controle da Infecção Hospitalar (CCIH) e profissionais de saúde em geral.

Cuidado materno

A cada ano a Organização Mundial de Saúde escolhe um tema para ser trabalhado no Dia Mundial de Segurança do Paciente. Nesta edição de 2021, a proposta foi o ‘Cuidado materno e neonatal seguro’, para chamar a atenção daqueles que trabalham com saúde e da população em geral sobre uma realidade preocupante: cerca de 830 mulheres morrem todos os dias por complicações relacionadas à gravidez ou ao parto em todo o mundo.

Argumentam a OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde que, uma vez que os cuidados com a maternidade também são afetados por questões de igualdade de gênero e violência, as experiências das mulheres durante o parto têm o potencial de empoderar ou infligir danos e traumas emocionais a elas. Assim, escolheu como slogan da campanha o apelo ‘Aja agora para um parto seguro e respeitoso!’.

Segundo a organização, as principais complicações, que representam quase 75% de todas as mortes maternas, são: hipertensão (pré-eclâmpsia e eclâmpsia); hemorragias graves (principalmente após o parto); infecções (normalmente depois do parto); complicações no parto e abortos inseguros. Atestam as instituições que a maioria das mortes maternas é evitável, considerando que as soluções de cuidados de saúde para prevenir ou administrar complicações são bem conhecidas.