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Maternidade Nossa Senhora de Lourdes prepara profissionais para o Método Canguru
Durante a realização do curso, voltado para o método, participaram das oficinas, pediatras, neonatologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, biomédicas e nutricionistas
Quarta-Feira, 28 de Agosto de 2019

O Método Canguru é um dos mais importantes projetos desenvolvidos na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade gerida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Nos dias 26, 27 e 28, o hospital realizou o curso ‘Sensibilização em Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso’. As oficinas, que aconteceram em três etapas, foram ministradas pela fonoaudióloga Berta Raika, que falou sobre amamentação; pela terapeuta ocupacional, Catarine Loureto de Carvalho e pela enfermeira Lizandra Kely Soares da Mota, que abordaram os ‘Cuidados com o Recém-Nascido’. A última etapa foi de responsabilidade da fisioterapeuta Mirelle Brito, que trabalhou sobre ‘Posicionamento Canguru’.

Durante a realização do curso, voltado para o Método, participaram das oficinas, pediatras, neonatologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, biomédicas e nutricionistas. O neonatologista Paulo Menezes, informou que todos os participantes passaram por três estações.

“Na primeira foi demonstrado o posicionamento de pega da mama e falamos sobre os tipos da mama. A segunda foi sobre os cuidados com os prematuros, e orientamos sobre a troca de fralda, o banho e a técnica da passagem da sonda. E a terceira retratou o posicionamento dos bebês e como é feita a confecção dos ninhos”, explicou o médico. 

Cuidados

Mirelle Britto contou que as oficinas de cuidados foram realizadas para uma boa prática dos servidores da MNSL para com os recém-nascidos de baixo-peso. “Na estação que eu coordenei, mostrei os aparelhos que são utilizados na unidade - a incubadora, o berço, o ventilador, a bomba, o bebê conforto – e como posicionar a criança que esteja em uso desses aparelhos. Foram ensinamentos fundamentais para a qualificação dos serviços para os prematuros, bebês frágeis, que merecem total atenção, e nós cuidadores somos responsáveis pelo seu desenvolvimento”, disse a fisioterapeuta. 

“Durante a oficina fiz algumas orientações e indicações sobre o aleitamento materno, para que possa ser estabelecida uma correta e boa amamentação. Com isso os profissionais conseguem ajudar melhor as mães sobre a ordenha, o manejo e o vínculo mãe-filho”, falou a fonoaudióloga Berta. “Mostrei a realização do banho, a troca de fraldas, o peso e a passagem de sonda” disse a terapeuta ocupacional, Catarine Loureto.

De acordo com a enfermeira Lizandra Kely, é fundamental a qualificação para melhor cuidar dos bebês no dia-a-dia. “Assim passamos a dar uma boa assistência a essas crianças e enriquecemos o aprendizado. “Após o curso a equipe de saúde tem um novo olhar, com mais atenção para os prematuros”, concluiu a enfermeira.