O espaço do artesanato da Vila do Forró é uma imersão à cultura sergipana, e têm chamado a atenção de sergipanos e turistas que visitam o local. São peças produzidas com renda, palha, crochê, cerâmica, madeira, pintura entre outras matérias-primas. A venda dos produtos, ajudam no fomento do turismo e na geração de emprego e renda para inúmeras famílias. A área do artesanato é uma iniciativa do Governo de Sergipe, por meio Secretaria do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), e estará funcionando durante os 60 dias da Vila do Forró, na Orla da Atalaia.
Outro ponto importante é que esses saberes e fazeres dos artesãos salvaguardam a riqueza e a identidade local. Cristina Beatriz é moradora de Divina Pastora, berço da renda irlandesa em nosso estado. Ela aprendeu o ofício há cerca de um ano, graças ao trabalho realizada por uma associação de rendeiras do município. “Apesar de estar há pouco tempo, é prazeroso ver que alguém compra uma peça feita por mim. Trabalhar com renda é uma terapia”, afirma.
Rendeira há mais de 15 anos, Maria Selma de Jesus sustenta a família com a venda de peças feitas também com a renda irlandesa. Ela mora em Laranjeiras, um dos polos da renda aqui no estado, e aprendeu a bordar também em uma associação. Duas outras mulheres da sua família já seguem o seu exemplo. Elas sabem o quanto é importante transmitir o saber para outras gerações. “A renda já me levou para feiras aqui e em outros estados. Consigo pagar minhas contas com o que vendo, por isso é tão importante a promoção de eventos como esse para quem vive da arte”, comenta.
A turista brasiliense Eliene Vieira está conhecendo Sergipe pela primeira vez e elogiou a qualidade dos produtos. “O artesanato daqui é bastante rico, o material é maravilhoso, é feito por quem tem um talento incomparável”, diz.
Assim como Eliene, Gladis Matteo, turista de Campinas, São Paulo, também gostou da qualidade das peças. “Quando eu vejo uma artesã fazer tudo isso, fico com uma emoção muito grande, é bonito de ver”, revela.
A madeira extraída de jaqueiras mortas que iriam parar no lixo ou serem queimadas se transformaram em lindas peças nas mãos do artesão Antônio Gomes. “Eu sobrevivo totalmente dessa arte há 20 anos, inclusive vendo para outros estados. Um espaço como esse é muito importante para a gente”, destaca.
Renda irlandesa
A renda irlandesa é a grande homenageada dos festejos juninos no Arraiá do Povo, sendo, inclusive, o tema do palco principal do Arraiá do Povo. O modo de fazer da renda se tornou Patrimônio Histórico e Imaterial sergipano. É também Patrimônio Cultural do Brasil desde 2009 e consta no livro de registro de saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Aqui em nosso estado surgiu em Divina Pastora, mas foi difundida em outros municípios, a exemplo de Laranjeiras, Maruim e Nossa Senhora do Socorro.
País do forró
Durante 60 dias, o clima junino tomará conta do estado, fortalecendo o turismo, a cultura popular e aquecendo a economia em vários setores envolvidos na realização dos eventos. A programação do Arraiá do Povo e Vila do Forró é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), Secretaria Especial da Comunicação (Secom), Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Banese, com apoio da Energisa, Netiz e Shopping Jardins, e patrocínio da Eneva, Pisolar, Deso, Maratá, GBarbosa e Serviço Social do Comércio (Sesc).
O espaço do artesanato da Vila do Forró é uma imersão à cultura sergipana, e têm chamado a atenção de sergipanos e turistas que visitam o local. São peças produzidas com renda, palha, crochê, cerâmica, madeira, pintura entre outras matérias-primas. A venda dos produtos, ajudam no fomento do turismo e na geração de emprego e renda para inúmeras famílias. A área do artesanato é uma iniciativa do Governo de Sergipe, por meio Secretaria do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), e estará funcionando durante os 60 dias da Vila do Forró, na Orla da Atalaia.
Outro ponto importante é que esses saberes e fazeres dos artesãos salvaguardam a riqueza e a identidade local. Cristina Beatriz é moradora de Divina Pastora, berço da renda irlandesa em nosso estado. Ela aprendeu o ofício há cerca de um ano, graças ao trabalho realizada por uma associação de rendeiras do município. “Apesar de estar há pouco tempo, é prazeroso ver que alguém compra uma peça feita por mim. Trabalhar com renda é uma terapia”, afirma.
Rendeira há mais de 15 anos, Maria Selma de Jesus sustenta a família com a venda de peças feitas também com a renda irlandesa. Ela mora em Laranjeiras, um dos polos da renda aqui no estado, e aprendeu a bordar também em uma associação. Duas outras mulheres da sua família já seguem o seu exemplo. Elas sabem o quanto é importante transmitir o saber para outras gerações. “A renda já me levou para feiras aqui e em outros estados. Consigo pagar minhas contas com o que vendo, por isso é tão importante a promoção de eventos como esse para quem vive da arte”, comenta.
A turista brasiliense Eliene Vieira está conhecendo Sergipe pela primeira vez e elogiou a qualidade dos produtos. “O artesanato daqui é bastante rico, o material é maravilhoso, é feito por quem tem um talento incomparável”, diz.
Assim como Eliene, Gladis Matteo, turista de Campinas, São Paulo, também gostou da qualidade das peças. “Quando eu vejo uma artesã fazer tudo isso, fico com uma emoção muito grande, é bonito de ver”, revela.
A madeira extraída de jaqueiras mortas que iriam parar no lixo ou serem queimadas se transformaram em lindas peças nas mãos do artesão Antônio Gomes. “Eu sobrevivo totalmente dessa arte há 20 anos, inclusive vendo para outros estados. Um espaço como esse é muito importante para a gente”, destaca.
Renda irlandesa
A renda irlandesa é a grande homenageada dos festejos juninos no Arraiá do Povo, sendo, inclusive, o tema do palco principal do Arraiá do Povo. O modo de fazer da renda se tornou Patrimônio Histórico e Imaterial sergipano. É também Patrimônio Cultural do Brasil desde 2009 e consta no livro de registro de saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Aqui em nosso estado surgiu em Divina Pastora, mas foi difundida em outros municípios, a exemplo de Laranjeiras, Maruim e Nossa Senhora do Socorro.
País do forró
Durante 60 dias, o clima junino tomará conta do estado, fortalecendo o turismo, a cultura popular e aquecendo a economia em vários setores envolvidos na realização dos eventos. A programação do Arraiá do Povo e Vila do Forró é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), Secretaria Especial da Comunicação (Secom), Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Banese, com apoio da Energisa, Netiz e Shopping Jardins, e patrocínio da Eneva, Pisolar, Deso, Maratá, GBarbosa e Serviço Social do Comércio (Sesc).