Referência estadual em análises laboratoriais, o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), tem desempenhado papel fundamental no fortalecimento do diagnóstico da esquistossomose no estado. Com atuação técnica, suporte aos municípios e rigor no controle de qualidade, o laboratório contribui diretamente para a segurança e a confiabilidade dos exames realizados na rede pública.
A esquistossomose é uma doença causada por um parasita e é transmitida pelo contato com água doce contaminada. Popularmente conhecida como “barriga d’água”, pode provocar sintomas como dor abdominal, diarreia e aumento do fígado e do baço. Por isso, a associação entre avaliação clínica e exames laboratoriais é essencial para um diagnóstico preciso e acompanhamento adequado.
O Lacen distribui aos municípios kits de exame parasitológico de fezes, fornecidos pelo Ministério da Saúde, utilizando a metodologia Kato-Katz, considerada padrão para identificação do parasita. Somente no último período, foram distribuídos 212 kits para auxiliar no diagnóstico em todo o Estado.
Segundo o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, após a realização dos exames, os municípios encaminham ao Lacen todas as amostras com resultado positivo e 10% das negativas para análise no laboratório de parasitologia do Lacen, assegurando o controle de qualidade. “Os kits utilizados pelos municípios são fornecidos pelo Ministério da Saúde e distribuídos pelo Lacen, que também é responsável por validar parte desses resultados. Ao receber todas as amostras positivas e uma parcela das negativas, conseguimos verificar a qualidade do diagnóstico realizado na rede municipal. Esse processo é essencial para manter a padronização, a segurança e a confiabilidade dos exames em todo o estado”, destacou.
Nos últimos três anos, o Lacen recebeu 10.436 amostras para sorologia, das quais 3.369 apresentaram resultado positivo. No último ano, foram 4.749 amostras recebidas, com 1.553 resultados positivos. Além disso, o laboratório de parasitologia recebeu 2.582 lâminas encaminhadas pelos municípios para análise e validação e o laboratório de Entomologia analisou 559 caramujos (moluscos) vetores transmissores da esquistossomose, provenientes de três municípios sergipanos, constatando que nenhum destes 559 analisados estava parasitado pela cercária.
Diagnóstico sorológico e atuação integrada
Além do exame parasitológico, o Lacen também disponibiliza testes sorológicos realizados no laboratório de imunologia. Esses exames detectam anticorpos IgG, permitindo identificar se o paciente já teve contato com o parasita e avaliar a titulação, informação importante para o acompanhamento clínico e definição de condutas terapêuticas.
De acordo com o superintendente, o Lacen é responsável pelo controle de qualidade dos testes feitos pelos municípios e também realiza o diagnóstico sorológico. “O monitoramento da doença é feito pela Vigilância Epidemiológica, mas nossa atuação garante segurança e precisão nos resultados”, finalizou.
Referência estadual em análises laboratoriais, o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), tem desempenhado papel fundamental no fortalecimento do diagnóstico da esquistossomose no estado. Com atuação técnica, suporte aos municípios e rigor no controle de qualidade, o laboratório contribui diretamente para a segurança e a confiabilidade dos exames realizados na rede pública.
A esquistossomose é uma doença causada por um parasita e é transmitida pelo contato com água doce contaminada. Popularmente conhecida como “barriga d’água”, pode provocar sintomas como dor abdominal, diarreia e aumento do fígado e do baço. Por isso, a associação entre avaliação clínica e exames laboratoriais é essencial para um diagnóstico preciso e acompanhamento adequado.
O Lacen distribui aos municípios kits de exame parasitológico de fezes, fornecidos pelo Ministério da Saúde, utilizando a metodologia Kato-Katz, considerada padrão para identificação do parasita. Somente no último período, foram distribuídos 212 kits para auxiliar no diagnóstico em todo o Estado.
Segundo o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, após a realização dos exames, os municípios encaminham ao Lacen todas as amostras com resultado positivo e 10% das negativas para análise no laboratório de parasitologia do Lacen, assegurando o controle de qualidade. “Os kits utilizados pelos municípios são fornecidos pelo Ministério da Saúde e distribuídos pelo Lacen, que também é responsável por validar parte desses resultados. Ao receber todas as amostras positivas e uma parcela das negativas, conseguimos verificar a qualidade do diagnóstico realizado na rede municipal. Esse processo é essencial para manter a padronização, a segurança e a confiabilidade dos exames em todo o estado”, destacou.
Nos últimos três anos, o Lacen recebeu 10.436 amostras para sorologia, das quais 3.369 apresentaram resultado positivo. No último ano, foram 4.749 amostras recebidas, com 1.553 resultados positivos. Além disso, o laboratório de parasitologia recebeu 2.582 lâminas encaminhadas pelos municípios para análise e validação e o laboratório de Entomologia analisou 559 caramujos (moluscos) vetores transmissores da esquistossomose, provenientes de três municípios sergipanos, constatando que nenhum destes 559 analisados estava parasitado pela cercária.
Diagnóstico sorológico e atuação integrada
Além do exame parasitológico, o Lacen também disponibiliza testes sorológicos realizados no laboratório de imunologia. Esses exames detectam anticorpos IgG, permitindo identificar se o paciente já teve contato com o parasita e avaliar a titulação, informação importante para o acompanhamento clínico e definição de condutas terapêuticas.
De acordo com o superintendente, o Lacen é responsável pelo controle de qualidade dos testes feitos pelos municípios e também realiza o diagnóstico sorológico. “O monitoramento da doença é feito pela Vigilância Epidemiológica, mas nossa atuação garante segurança e precisão nos resultados”, finalizou.