As aulas do projeto Sanfoneiras de Sergipe seguem com foco nos ensaios para a apresentação que integra a programação da Salva Junina, no dia 28 de maio, no Complexo Cultural Gonzagão, em Aracaju. A iniciativa é realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM), com formação gratuita em sanfona voltada exclusivamente para mulheres.
Criado em 2025, o projeto reúne alunas em atividades teóricas e práticas, sob orientação do músico e educador Lucas Campelo. A proposta é ampliar a presença feminina no forró a partir do aprendizado do instrumento e do contato com repertórios ligados à música nordestina, reconhecida como patrimônio cultural imaterial nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A participação das Sanfoneiras integra a programação da Salva Junina, evento que marca a abertura oficial dos festejos juninos no estado. A agenda reúne manifestações ligadas à cultura popular e ao forró, com atividades que antecedem o período mais intenso das celebrações em Sergipe.
Ensaios marcam o final do módulo básico
Na etapa atual, o grupo se dedica à preparação para a primeira apresentação pública. O processo envolve definição de repertório, prática coletiva e ajustes técnicos, reunindo conteúdos trabalhados ao longo das aulas.
Segundo o professor Lucas Campelo, o momento traduz o percurso construído durante a formação. “Está sendo uma alegria imensa. Estamos nos últimos preparativos para o encontro do dia 28 de maio. É um projeto que vem mostrando evolução a cada aula e em cada ensaio. Para mim, é também a realização de um sonho acompanhar esse processo”, afirmou.
Para a coordenadora de Formação e Fomento da Funcap, Raquel Amado, o momento evidencia o percurso construído pelas participantes. “A gente costuma dizer que, no projeto Sanfoneiras, as grandes estrelas são as alunas. São mulheres que, ensaio após ensaio, constroem esse trabalho com dedicação, disciplina e um forte sentimento de coletivo. É muito bonito acompanhar o crescimento técnico, mas também o fortalecimento da confiança, da escuta e da troca entre elas. Isso acaba sendo um presente para a Fundação, porque revela a potência de um projeto que vai além da formação musical e transforma trajetórias”.
A coordenadora também destacou o significado da apresentação dentro do calendário junino. “Esse engajamento culmina na apresentação na Salva Junina, que marca a abertura do ciclo junino da cidade. É um momento que celebra o encerramento do módulo e, ao mesmo tempo, compartilha com a população todo o percurso construído. É quando essas mulheres ocupam o palco com segurança, alegria e pertencimento, mostrando, por meio da música, tudo o que viveram e aprenderam juntas”, disse.
Experiência das alunas
Entre as alunas, cresce a expectativa para subir ao palco para a primeira apresentação. Para Gilsanira Rodrigues de Lima, o projeto representa a concretização de um desejo antigo. “Estou realizando um sonho da minha vida, que é ser sanfoneira. Nunca imaginei ter uma oportunidade como essa. As aulas são maravilhosas, e o professor tem muita paciência com a gente”, contou.
Lícia Chagas destaca o aprendizado ao longo da formação e a relação com o repertório. “Estou amando as aulas e percebo uma evolução nesse período. É uma alegria tocar um instrumento como a sanfona, ainda mais com repertório do nosso forró. Espero que a apresentação corresponda às expectativas”.
As aulas do projeto Sanfoneiras de Sergipe seguem com foco nos ensaios para a apresentação que integra a programação da Salva Junina, no dia 28 de maio, no Complexo Cultural Gonzagão, em Aracaju. A iniciativa é realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM), com formação gratuita em sanfona voltada exclusivamente para mulheres.
Criado em 2025, o projeto reúne alunas em atividades teóricas e práticas, sob orientação do músico e educador Lucas Campelo. A proposta é ampliar a presença feminina no forró a partir do aprendizado do instrumento e do contato com repertórios ligados à música nordestina, reconhecida como patrimônio cultural imaterial nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A participação das Sanfoneiras integra a programação da Salva Junina, evento que marca a abertura oficial dos festejos juninos no estado. A agenda reúne manifestações ligadas à cultura popular e ao forró, com atividades que antecedem o período mais intenso das celebrações em Sergipe.
Ensaios marcam o final do módulo básico
Na etapa atual, o grupo se dedica à preparação para a primeira apresentação pública. O processo envolve definição de repertório, prática coletiva e ajustes técnicos, reunindo conteúdos trabalhados ao longo das aulas.
Segundo o professor Lucas Campelo, o momento traduz o percurso construído durante a formação. “Está sendo uma alegria imensa. Estamos nos últimos preparativos para o encontro do dia 28 de maio. É um projeto que vem mostrando evolução a cada aula e em cada ensaio. Para mim, é também a realização de um sonho acompanhar esse processo”, afirmou.
Para a coordenadora de Formação e Fomento da Funcap, Raquel Amado, o momento evidencia o percurso construído pelas participantes. “A gente costuma dizer que, no projeto Sanfoneiras, as grandes estrelas são as alunas. São mulheres que, ensaio após ensaio, constroem esse trabalho com dedicação, disciplina e um forte sentimento de coletivo. É muito bonito acompanhar o crescimento técnico, mas também o fortalecimento da confiança, da escuta e da troca entre elas. Isso acaba sendo um presente para a Fundação, porque revela a potência de um projeto que vai além da formação musical e transforma trajetórias”.
A coordenadora também destacou o significado da apresentação dentro do calendário junino. “Esse engajamento culmina na apresentação na Salva Junina, que marca a abertura do ciclo junino da cidade. É um momento que celebra o encerramento do módulo e, ao mesmo tempo, compartilha com a população todo o percurso construído. É quando essas mulheres ocupam o palco com segurança, alegria e pertencimento, mostrando, por meio da música, tudo o que viveram e aprenderam juntas”, disse.
Experiência das alunas
Entre as alunas, cresce a expectativa para subir ao palco para a primeira apresentação. Para Gilsanira Rodrigues de Lima, o projeto representa a concretização de um desejo antigo. “Estou realizando um sonho da minha vida, que é ser sanfoneira. Nunca imaginei ter uma oportunidade como essa. As aulas são maravilhosas, e o professor tem muita paciência com a gente”, contou.
Lícia Chagas destaca o aprendizado ao longo da formação e a relação com o repertório. “Estou amando as aulas e percebo uma evolução nesse período. É uma alegria tocar um instrumento como a sanfona, ainda mais com repertório do nosso forró. Espero que a apresentação corresponda às expectativas”.