Dia 10 de maio é celebrado o Dia Nacional do Guia de Turismo. Mais do que comemorar a data, o reconhecimento ao trabalho desses profissionais reforça a importância da valorização da categoria, tão imprescindível e que contribui para a consolidação de Sergipe como um destino cada vez mais estruturado, competitivo e acolhedor. Fundamentais para o sucesso da atividade turística, eles são responsáveis por conectar visitantes aos destinos, indo além da condução de roteiros, pois interpretam a cultura local, garantem segurança e contribuem diretamente para a valorização do patrimônio histórico, natural e cultural do estado.
A secretária de Estado do Turismo, Daniela Mesquita, destaca que os guias de turismo são embaixadores do destino, essenciais para o fortalecimento do setor, pois exercem um papel estratégico ao qualificar a experiência do visitante e valorizar os atrativos do estado. “São profissionais que contribuem diretamente para a imagem positiva de Sergipe, promovendo o destino com conhecimento e responsabilidade. Portanto, em um cenário no qual o turismo se consolida como importante vetor econômico, o papel desses profissionais ganha ainda mais relevância, pois são eles que transformam paisagens em experiências, aproximando o turista da identidade sergipana e incentivando o retorno e a recomendação do destino. É importante sempre buscar profissionais credenciados no Cadastur [Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos]”, afirmou.
A presidente do Sindicato dos Guias de Turismo de Sergipe (Singtur/SE) e vice-presidente da Federação Nacional dos Guias de Turismo (Fenagtur), Irma Karla Barbosa, considera que a data tem um significado muito forte. Segundo ela, representa a valorização de profissionais fundamentais para a cadeia turística regional e nacional. “Os guias de turismo contribuem para o desenvolvimento sustentável, estimulam a economia local e preservam a identidade cultural e natural dos destinos turísticos do país”, enfatizou.
Irma Karla ressalta, entre os principais desafios da categoria, a necessidade de requalificação tecnológica diante do avanço da Inteligência Artificial (IA), das plataformas digitais e das novas formas de comercialização dos serviços turísticos. Ela também salienta a importância de equilibrar o turismo de massa com práticas sustentáveis, além da necessidade de maior valorização profissional. “É preciso fortalecer a fiscalização contra o exercício ilegal da profissão e garantir reconhecimento aos profissionais registrados no Cadastur”, declarou.
Expectativas, histórias e motivações
Com dez anos de atuação na profissão, a guia de turismo regional Sergipe, nacional e América do Sul, Lyla Pinheiro, relata que, para quem vive a profissão no dia a dia, a relação com o visitante torna o trabalho único. “O trabalho de um guia de turismo vai muito além de repassar informações; é um exercício constante de interpretação cultural, mediação e, principalmente, conexão humana. Portanto, o papel do guia é traduzir o destino não apenas em dados, mas também em sensações, significados e memórias. Cada visitante chega com expectativas, histórias e motivações próprias, e é justamente a sensibilidade aliada ao preparo técnico que transforma cada experiência em algo único”, afirmou, ressaltando que o equilíbrio entre conhecimento, percepção e empatia faz com que o guia se torne parte fundamental da experiência do turista.
Lyla Pinheiro também destacou que cada roteiro representa uma nova oportunidade de aprendizado, mesmo quando o percurso é o mesmo. Ela pontua que o turismo é uma atividade dinâmica, construída a partir das relações humanas, e que cada grupo traz novos olhares, demandas e formas de interagir com o destino. Na opinião dela, isso exige atualização constante, inteligência emocional e flexibilidade para lidar com imprevistos e adaptar a condução do serviço.
“Ao perceber que o turista valorizou ainda mais o destino após a experiência e reconhece que ela foi enriquecedora pela presença e atuação do guia, ele valida nossas competências, nosso conhecimento técnico e nossa capacidade de comunicação. Saber que meu olhar e minha forma de apresentar a cidade contribuíram para tornar aquela vivência mais significativa é uma das maiores recompensas da profissão. Não tem dinheiro que pague”, assegurou.
Do outro lado dessa experiência, os viajantes reconhecem o diferencial que o guia de turismo proporciona. O turista Anderson Viana, operador de equipamentos e instalações, de Itabira, Minas Gerais, contou que esta foi a primeira vez dele em Sergipe e explicou que a escolha do destino aconteceu como parte de uma tradição anual. “A gente trabalha o ano inteiro e, a cada ano, escolhe um estado para conhecer e passar uma semana. Adorei Sergipe, principalmente o encontro do Rio Real com o Oceano Atlântico, depois da Ilha da Sogra [em Estância, no litoral sul]. Achei muito interessante”, destacou. Ele também afirmou que ficou satisfeito com os passeios e revelou que, apesar do receio inicial por ser algo diferente, aproveitou bastante a experiência.
Anderson enfatizou, ainda, a importância do turismo guiado para os visitantes conhecerem melhor os destinos. “Por mais que a pessoa pesquise ou receba recomendações, o guia ajuda muito mais, porque consegue mostrar os lugares mais interessantes”, avaliou. Durante a estadia, ele visitou a Praia do Saco [também em Estância], local que elogiou bastante. Antes de encerrar, deixou um recado sobre a experiência dele no estado: “Estou indo embora no fim de semana, mas quero voltar e passar mais uma semana em Sergipe com a minha família”.
Dia 10 de maio é celebrado o Dia Nacional do Guia de Turismo. Mais do que comemorar a data, o reconhecimento ao trabalho desses profissionais reforça a importância da valorização da categoria, tão imprescindível e que contribui para a consolidação de Sergipe como um destino cada vez mais estruturado, competitivo e acolhedor. Fundamentais para o sucesso da atividade turística, eles são responsáveis por conectar visitantes aos destinos, indo além da condução de roteiros, pois interpretam a cultura local, garantem segurança e contribuem diretamente para a valorização do patrimônio histórico, natural e cultural do estado.
A secretária de Estado do Turismo, Daniela Mesquita, destaca que os guias de turismo são embaixadores do destino, essenciais para o fortalecimento do setor, pois exercem um papel estratégico ao qualificar a experiência do visitante e valorizar os atrativos do estado. “São profissionais que contribuem diretamente para a imagem positiva de Sergipe, promovendo o destino com conhecimento e responsabilidade. Portanto, em um cenário no qual o turismo se consolida como importante vetor econômico, o papel desses profissionais ganha ainda mais relevância, pois são eles que transformam paisagens em experiências, aproximando o turista da identidade sergipana e incentivando o retorno e a recomendação do destino. É importante sempre buscar profissionais credenciados no Cadastur [Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos]”, afirmou.
A presidente do Sindicato dos Guias de Turismo de Sergipe (Singtur/SE) e vice-presidente da Federação Nacional dos Guias de Turismo (Fenagtur), Irma Karla Barbosa, considera que a data tem um significado muito forte. Segundo ela, representa a valorização de profissionais fundamentais para a cadeia turística regional e nacional. “Os guias de turismo contribuem para o desenvolvimento sustentável, estimulam a economia local e preservam a identidade cultural e natural dos destinos turísticos do país”, enfatizou.
Irma Karla ressalta, entre os principais desafios da categoria, a necessidade de requalificação tecnológica diante do avanço da Inteligência Artificial (IA), das plataformas digitais e das novas formas de comercialização dos serviços turísticos. Ela também salienta a importância de equilibrar o turismo de massa com práticas sustentáveis, além da necessidade de maior valorização profissional. “É preciso fortalecer a fiscalização contra o exercício ilegal da profissão e garantir reconhecimento aos profissionais registrados no Cadastur”, declarou.
Expectativas, histórias e motivações
Com dez anos de atuação na profissão, a guia de turismo regional Sergipe, nacional e América do Sul, Lyla Pinheiro, relata que, para quem vive a profissão no dia a dia, a relação com o visitante torna o trabalho único. “O trabalho de um guia de turismo vai muito além de repassar informações; é um exercício constante de interpretação cultural, mediação e, principalmente, conexão humana. Portanto, o papel do guia é traduzir o destino não apenas em dados, mas também em sensações, significados e memórias. Cada visitante chega com expectativas, histórias e motivações próprias, e é justamente a sensibilidade aliada ao preparo técnico que transforma cada experiência em algo único”, afirmou, ressaltando que o equilíbrio entre conhecimento, percepção e empatia faz com que o guia se torne parte fundamental da experiência do turista.
Lyla Pinheiro também destacou que cada roteiro representa uma nova oportunidade de aprendizado, mesmo quando o percurso é o mesmo. Ela pontua que o turismo é uma atividade dinâmica, construída a partir das relações humanas, e que cada grupo traz novos olhares, demandas e formas de interagir com o destino. Na opinião dela, isso exige atualização constante, inteligência emocional e flexibilidade para lidar com imprevistos e adaptar a condução do serviço.
“Ao perceber que o turista valorizou ainda mais o destino após a experiência e reconhece que ela foi enriquecedora pela presença e atuação do guia, ele valida nossas competências, nosso conhecimento técnico e nossa capacidade de comunicação. Saber que meu olhar e minha forma de apresentar a cidade contribuíram para tornar aquela vivência mais significativa é uma das maiores recompensas da profissão. Não tem dinheiro que pague”, assegurou.
Do outro lado dessa experiência, os viajantes reconhecem o diferencial que o guia de turismo proporciona. O turista Anderson Viana, operador de equipamentos e instalações, de Itabira, Minas Gerais, contou que esta foi a primeira vez dele em Sergipe e explicou que a escolha do destino aconteceu como parte de uma tradição anual. “A gente trabalha o ano inteiro e, a cada ano, escolhe um estado para conhecer e passar uma semana. Adorei Sergipe, principalmente o encontro do Rio Real com o Oceano Atlântico, depois da Ilha da Sogra [em Estância, no litoral sul]. Achei muito interessante”, destacou. Ele também afirmou que ficou satisfeito com os passeios e revelou que, apesar do receio inicial por ser algo diferente, aproveitou bastante a experiência.
Anderson enfatizou, ainda, a importância do turismo guiado para os visitantes conhecerem melhor os destinos. “Por mais que a pessoa pesquise ou receba recomendações, o guia ajuda muito mais, porque consegue mostrar os lugares mais interessantes”, avaliou. Durante a estadia, ele visitou a Praia do Saco [também em Estância], local que elogiou bastante. Antes de encerrar, deixou um recado sobre a experiência dele no estado: “Estou indo embora no fim de semana, mas quero voltar e passar mais uma semana em Sergipe com a minha família”.