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Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2026 às 14:45:00
Programa Papai Tá Aqui encerra ciclo na Maternidade Santa Isabel 
Iniciativa fortalece vínculos familiares e propõe uma nova perspectiva sobre a paternidade responsável

A Maternidade Santa Isabel, em Aracaju, foi palco, nesta quarta-feira, 11, do encerramento de mais um ciclo do programa Papai Tá Aqui, iniciativa que busca fortalecer os vínculos familiares e promover a paternidade responsável. Ao todo, 13 pais participaram das oficinas, que proporcionam momentos de escuta, reflexão e ressignificação das relações familiares.

O programa trabalha a importância da presença paterna na vida dos filhos, incentivando o cuidado, o afeto e a corresponsabilidade na criação das crianças. Durante os encontros, os participantes puderam compartilhar experiências, revisitar histórias pessoais e repensar atitudes.

A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, destacou a relevância da iniciativa para a construção de famílias mais fortalecidas. “O Papai Tá Aqui é um programa que transforma histórias. Ele abre espaço para o diálogo, para o reconhecimento da importância do pai na vida dos filhos e para a reconstrução de vínculos. Cada ciclo encerrado representa novas possibilidades para essas famílias e reafirma o compromisso do Governo de Sergipe com a proteção da Primeira Infância e com o fortalecimento das relações familiares”, afirmou.

Um dos participantes, José da Cruz relatou a emoção vivida ao longo da oficina. “A oficina foi maravilhosa. Eu pude refletir sobre a minha convivência com meus pais. Assim que falaram do projeto, a primeira coisa que eu pensei foi no meu pai e na importância dele na minha vida. E é a mesma coisa que eu quero fazer com meus filhos. É um programa que ensinou muito”, declarou.

A diretora de Atenção Integral à Primeira Infância, Helga Müller, ressaltou que o processo exige sensibilidade e dedicação. “Quando a gente faz esse trabalho, percebemos o quanto ele é importante, mas também o quanto não é fácil. É um trabalho que ressignifica relações paternas e familiares e exige compromisso de todos os envolvidos”, pontuou.

Para Vinícius Silva, psicólogo e referência técnica do programa, a proposta é provocar mudanças reais. “A ideia é mudar a visão e repensar ações. O programa busca essa mudança de perspectiva, para que os participantes enxerguem a paternidade de forma diferente e mais presente”, explicou.

A superintendente de Inclusão e Cidadania, Danielle Melo, destacou o impacto social da iniciativa. “O Papai Tá Aqui mostra que a paternidade pode e deve ser construída com responsabilidade, afeto e presença. É um trabalho que ultrapassa o momento da oficina e segue na vida de cada participante, refletindo diretamente na formação das crianças e no fortalecimento das famílias”, afirmou.

Com o encerramento de mais esse ciclo, o programa reafirma sua importância como política pública de fortalecimento dos vínculos familiares, promovendo reflexões profundas e incentivando uma paternidade mais consciente, afetiva e participativa.

 

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Programa Papai Tá Aqui encerra ciclo na Maternidade Santa Isabel 
Iniciativa fortalece vínculos familiares e propõe uma nova perspectiva sobre a paternidade responsável
Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2026 às 14:45:00

A Maternidade Santa Isabel, em Aracaju, foi palco, nesta quarta-feira, 11, do encerramento de mais um ciclo do programa Papai Tá Aqui, iniciativa que busca fortalecer os vínculos familiares e promover a paternidade responsável. Ao todo, 13 pais participaram das oficinas, que proporcionam momentos de escuta, reflexão e ressignificação das relações familiares.

O programa trabalha a importância da presença paterna na vida dos filhos, incentivando o cuidado, o afeto e a corresponsabilidade na criação das crianças. Durante os encontros, os participantes puderam compartilhar experiências, revisitar histórias pessoais e repensar atitudes.

A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, destacou a relevância da iniciativa para a construção de famílias mais fortalecidas. “O Papai Tá Aqui é um programa que transforma histórias. Ele abre espaço para o diálogo, para o reconhecimento da importância do pai na vida dos filhos e para a reconstrução de vínculos. Cada ciclo encerrado representa novas possibilidades para essas famílias e reafirma o compromisso do Governo de Sergipe com a proteção da Primeira Infância e com o fortalecimento das relações familiares”, afirmou.

Um dos participantes, José da Cruz relatou a emoção vivida ao longo da oficina. “A oficina foi maravilhosa. Eu pude refletir sobre a minha convivência com meus pais. Assim que falaram do projeto, a primeira coisa que eu pensei foi no meu pai e na importância dele na minha vida. E é a mesma coisa que eu quero fazer com meus filhos. É um programa que ensinou muito”, declarou.

A diretora de Atenção Integral à Primeira Infância, Helga Müller, ressaltou que o processo exige sensibilidade e dedicação. “Quando a gente faz esse trabalho, percebemos o quanto ele é importante, mas também o quanto não é fácil. É um trabalho que ressignifica relações paternas e familiares e exige compromisso de todos os envolvidos”, pontuou.

Para Vinícius Silva, psicólogo e referência técnica do programa, a proposta é provocar mudanças reais. “A ideia é mudar a visão e repensar ações. O programa busca essa mudança de perspectiva, para que os participantes enxerguem a paternidade de forma diferente e mais presente”, explicou.

A superintendente de Inclusão e Cidadania, Danielle Melo, destacou o impacto social da iniciativa. “O Papai Tá Aqui mostra que a paternidade pode e deve ser construída com responsabilidade, afeto e presença. É um trabalho que ultrapassa o momento da oficina e segue na vida de cada participante, refletindo diretamente na formação das crianças e no fortalecimento das famílias”, afirmou.

Com o encerramento de mais esse ciclo, o programa reafirma sua importância como política pública de fortalecimento dos vínculos familiares, promovendo reflexões profundas e incentivando uma paternidade mais consciente, afetiva e participativa.