Uma roda de conversa realizada com as mulheres do Assentamento de Reforma Agrária Priapu, esta semana, no município de Santa Luzia do Itanhy, abriu espaço para o compartilhamento de propostas de trabalho voltadas ao processamento de frutas e a outras atividades produtivas capazes de gerar trabalho e renda para as mulheres da comunidade. A ação integra o conjunto de iniciativas desenvolvidas pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), por meio do escritório regional de Estância.
O encontro contou com a participação de 11 mulheres do assentamento e da equipe técnica da Emdagro lotada em Aracaju, formada pelas assessoras Abeaci dos Santos, Elizabeth Denise Campos e Maria Cleusa Guimarães. Durante a roda de conversa, as participantes compartilharam vivências pessoais e coletivas, com destaque para os relatos da juventude do assentamento.
As discussões abordaram histórias de vida dentro e fora da comunidade, as possibilidades de dinamizar os potenciais produtivos existentes e a importância da organização social como ferramenta de fortalecimento econômico. Também foram citadas iniciativas locais, como feiras, eventos comunitários e datas simbólicas, a exemplo da comemoração da conquista da terra, celebrada em 5 de março, vistas como oportunidades estratégicas para ampliar a geração de renda das famílias.
Para a assessora técnica da Emdagro, Abeaci dos Santos, o momento foi fundamental para ouvir as mulheres e construir coletivamente os próximos passos. “Essa escuta é essencial para que as ações tenham sentido real na vida das mulheres do assentamento. Quando elas compartilham suas histórias, seus saberes e suas expectativas, conseguimos planejar oficinas e atividades que dialogam com a realidade local e valorizam os potenciais que já existem na comunidade”, destacou.
Com foco no aproveitamento da produção local, especialmente de frutas e verduras, o grupo definiu uma série de encaminhamentos. Entre eles, o mapeamento do volume produzido no assentamento, com o objetivo de orientar de forma mais precisa os processos de beneficiamento e processamento. Também ficou definida a realização das primeiras oficinas formativas no mês de fevereiro, após o período do Carnaval, com datas sugeridas para os dias 3, 10 e 24, no turno da tarde, das 13h às 16h, considerando que algumas participantes estudam pela manhã.
Outro encaminhamento foi o levantamento prévio dos materiais necessários para a realização das oficinas, além da promoção de uma nova roda de conversa entre as técnicas da Emdagro que poderão atuar como facilitadoras. Participarão desse momento profissionais dos municípios de Lagarto, Simão Dias, Estância e Ribeirópolis, com o objetivo de alinhar as estratégias metodológicas a serem aplicadas nas atividades formativas.
Com 36 anos de existência, o Assentamento Priapu já não mantém vínculo institucional com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que reforça a importância de ações articuladas com a Emdagro no sentido de contribuir para o fortalecimento produtivo, social e econômico das famílias, especialmente das mulheres, protagonistas das iniciativas debatidas no encontro.
Uma roda de conversa realizada com as mulheres do Assentamento de Reforma Agrária Priapu, esta semana, no município de Santa Luzia do Itanhy, abriu espaço para o compartilhamento de propostas de trabalho voltadas ao processamento de frutas e a outras atividades produtivas capazes de gerar trabalho e renda para as mulheres da comunidade. A ação integra o conjunto de iniciativas desenvolvidas pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), por meio do escritório regional de Estância.
O encontro contou com a participação de 11 mulheres do assentamento e da equipe técnica da Emdagro lotada em Aracaju, formada pelas assessoras Abeaci dos Santos, Elizabeth Denise Campos e Maria Cleusa Guimarães. Durante a roda de conversa, as participantes compartilharam vivências pessoais e coletivas, com destaque para os relatos da juventude do assentamento.
As discussões abordaram histórias de vida dentro e fora da comunidade, as possibilidades de dinamizar os potenciais produtivos existentes e a importância da organização social como ferramenta de fortalecimento econômico. Também foram citadas iniciativas locais, como feiras, eventos comunitários e datas simbólicas, a exemplo da comemoração da conquista da terra, celebrada em 5 de março, vistas como oportunidades estratégicas para ampliar a geração de renda das famílias.
Para a assessora técnica da Emdagro, Abeaci dos Santos, o momento foi fundamental para ouvir as mulheres e construir coletivamente os próximos passos. “Essa escuta é essencial para que as ações tenham sentido real na vida das mulheres do assentamento. Quando elas compartilham suas histórias, seus saberes e suas expectativas, conseguimos planejar oficinas e atividades que dialogam com a realidade local e valorizam os potenciais que já existem na comunidade”, destacou.
Com foco no aproveitamento da produção local, especialmente de frutas e verduras, o grupo definiu uma série de encaminhamentos. Entre eles, o mapeamento do volume produzido no assentamento, com o objetivo de orientar de forma mais precisa os processos de beneficiamento e processamento. Também ficou definida a realização das primeiras oficinas formativas no mês de fevereiro, após o período do Carnaval, com datas sugeridas para os dias 3, 10 e 24, no turno da tarde, das 13h às 16h, considerando que algumas participantes estudam pela manhã.
Outro encaminhamento foi o levantamento prévio dos materiais necessários para a realização das oficinas, além da promoção de uma nova roda de conversa entre as técnicas da Emdagro que poderão atuar como facilitadoras. Participarão desse momento profissionais dos municípios de Lagarto, Simão Dias, Estância e Ribeirópolis, com o objetivo de alinhar as estratégias metodológicas a serem aplicadas nas atividades formativas.
Com 36 anos de existência, o Assentamento Priapu já não mantém vínculo institucional com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que reforça a importância de ações articuladas com a Emdagro no sentido de contribuir para o fortalecimento produtivo, social e econômico das famílias, especialmente das mulheres, protagonistas das iniciativas debatidas no encontro.